Dia de todas as Heras, celebrando a Deusa Interior, representada pela deusa Hera, a padroeira das mulheres. Como toda mulher, Hera passava também pelos três estágios da vida. Como donzela, era Hebe, Parthenia ou Antheia, a virgem que trazia o desabrochar e o florescimento. Como mulher madura, era Teleia, a Mãe Terra e a fertilidade. E como Theia, era a anciã que conhecia os segredos da vida e podia ensiná-los às mulheres mais jovens.
Festa das Oréides, na Grécia, as Ninfas das montanhas e das rochas. Descritas como mulheres esguias e pálidas, com voz muito doce, elas viviam em grutas onde teciam seus trajes diáfanos em teares delicados. Para reverenciar essas Ninfas, os gregos untavam as rochas com óleos aromáticos, penduravam lenços de seda nas árvores e deixavam oferendas nas grutas.
As Heras são as mulheres sábias que alcançaram a comunhão espiritual com a Grande Mãe. Celebre este dia procurando contatar sua Deusa Interior. Crie um ambiente favorável, com musica, vela e incenso e medite, abrindo seu coração e pedindo à sua Deusa alguma imagem ou mensagem para sua fase atual, orando para seu fortalecimento interior e crescimento espiritual. Termine agradecendo pela luz e o amor de Sua presença.
De Mim tudo se origina, a Mim tudo retorna. Diante da minha face sereis envoltos no arrebatamento do Infinito.
domingo, 18 de agosto de 2013
18 DE JUNHO
Comemoração da deusa romana Anna Perenna, a senhora da cura, da abundância, da felicidade e do destino. Seu nome originou-se no de uma antiga deusa etrusca da vegetação e da reprodução e sua celebração, incluindo os rituais de fertilidade, é oriunda do culto da deusa babilônica do céu e da terra Ana.
Na Índia, reverencia-se a antiga deusa Anna Purna, "a doadora dos alimentos". Descrita como uma mulher sentada em um trono, alimentando uma criança com uma grande colher, ela era considerada uma deusa protetora da família e homenageada, principalmente, na cidade de Benares.
Festival shintoista de purificação com lírios. Ao amanhecer deste dia, sete mulheres vestidas de branco colhiam lírios, levando-os para os templos e deixando-os nos altares. No dia seguinte, os monges entoavam orações enquanto sete mocinhas dançavam elevando os lírios para o céu. No final da cerimonia passavam pelas ruas das cidades agitando os lírios para purificar os ambientes e afastar as tempestades que poderiam prejudicar as colheitas.
Festival hindu para o deus Vishnu em sua manifestação de Jagannath Rathra Yatra.
Combine essas antigas celebrações e prepare uma bebida para atrair a abundância e a boa sorte para a sua vida. Bata no liquidificador leite (vaca, de soja, de coco ou de arroz) com estes sete ingredientes, representando as sete mulheres do ritual: nozes, damascos, coco ralado, maçãs, amêndoas, aveia e mel. Reúna um grupo de amigas e façam um pequeno ritual, queimando incenso de lírio e acendendo sete velas brancas, pedindo a ajuda da deusa Anna Perenna em suas vidas. Compartilhem da bebida e ofereçam um pouco para a Deusa, junto com um pedaço de pão fresco e alguns lírios brancos, perto de um canteiro com flores brancas.
Na Índia, reverencia-se a antiga deusa Anna Purna, "a doadora dos alimentos". Descrita como uma mulher sentada em um trono, alimentando uma criança com uma grande colher, ela era considerada uma deusa protetora da família e homenageada, principalmente, na cidade de Benares.
Festival shintoista de purificação com lírios. Ao amanhecer deste dia, sete mulheres vestidas de branco colhiam lírios, levando-os para os templos e deixando-os nos altares. No dia seguinte, os monges entoavam orações enquanto sete mocinhas dançavam elevando os lírios para o céu. No final da cerimonia passavam pelas ruas das cidades agitando os lírios para purificar os ambientes e afastar as tempestades que poderiam prejudicar as colheitas.
Festival hindu para o deus Vishnu em sua manifestação de Jagannath Rathra Yatra.
Combine essas antigas celebrações e prepare uma bebida para atrair a abundância e a boa sorte para a sua vida. Bata no liquidificador leite (vaca, de soja, de coco ou de arroz) com estes sete ingredientes, representando as sete mulheres do ritual: nozes, damascos, coco ralado, maçãs, amêndoas, aveia e mel. Reúna um grupo de amigas e façam um pequeno ritual, queimando incenso de lírio e acendendo sete velas brancas, pedindo a ajuda da deusa Anna Perenna em suas vidas. Compartilhem da bebida e ofereçam um pouco para a Deusa, junto com um pedaço de pão fresco e alguns lírios brancos, perto de um canteiro com flores brancas.
17 DE JUNHO
Celebração de Eurídice, antiga deusa grega, soberana do mundo subterrâneo e mãe do destino. Os historiadores e escritores helênicos converteram-na em uma mortal, esposa amada de Orfeu, enviada para o mundo dos mortos por uma picada de serpente. Orfeu tentou resgatá-la, mas falhou, ao quebrar a promessa feita aos deuses de não olhar para Eurídice antes que chegasse a luz do dia, o que resultou em seu desaparecimento, para sempre, na escuridão. A origem dessa historia é o antigo mito da Deusa, que recebia as almas no Mundo Subterrâneo e cujo animal sagrado era a serpente.
Inspire-se nesta data e lembre-se da necessidade de deixar "um espaço" em seus relacionamentos, para não quebrar o encanto ou sufocar e afastar seu parceiro.
Ludi Piscatari, o festival romano dos pescadores, invocando a proteção das divindades da água para seus barcos e redes, harmonizando as energias contidas nelas para torná-las resistentes e de fácil manuseio.
Inspire-se nesta data e lembre-se da necessidade de deixar "um espaço" em seus relacionamentos, para não quebrar o encanto ou sufocar e afastar seu parceiro.
Ludi Piscatari, o festival romano dos pescadores, invocando a proteção das divindades da água para seus barcos e redes, harmonizando as energias contidas nelas para torná-las resistentes e de fácil manuseio.
16 DE JUNHO
Festa das Águas, no Egito. Neste dia, invocavam-se as bênçãos da deusa lunar Hathor e de sua constelação - Sirius - para as águas do Rio Nilo, para os pescadores e os cultivadores da terra.
Noite das Lágrimas, cerimonia egípcia lembrando as lágrimas de Ísis durante a busca de seu amado Osíris.
Celebração de Fand, a deusa celta do mar, chamada de "A Pérola da Beleza". Esposa do deus do mar Manannan, Fand regia a saúde, a cura, a beleza, a sedução e o prazer. Segundo a lenda, ela se transformava em uma gaivota e, saindo de seu reino das águas, sobrevoava o mar e a terra em busca de amantes, raptando e levando os jovens para perto de si.
Antiga comemoração, na Caldéia, da deusa lunar Levanah, a soberana das águas e a controladora das marés.
Dia do Cálice Sagrado, na tradição Wicca. Consagre seu cálice neste dia, dedicando-o à Deusa e ao Deus e assumindo o compromisso da Lei Maior: "Faça o que quiser, desde que não prejudique ninguém".
Noite das Lágrimas, cerimonia egípcia lembrando as lágrimas de Ísis durante a busca de seu amado Osíris.
Celebração de Fand, a deusa celta do mar, chamada de "A Pérola da Beleza". Esposa do deus do mar Manannan, Fand regia a saúde, a cura, a beleza, a sedução e o prazer. Segundo a lenda, ela se transformava em uma gaivota e, saindo de seu reino das águas, sobrevoava o mar e a terra em busca de amantes, raptando e levando os jovens para perto de si.
Antiga comemoração, na Caldéia, da deusa lunar Levanah, a soberana das águas e a controladora das marés.
Dia do Cálice Sagrado, na tradição Wicca. Consagre seu cálice neste dia, dedicando-o à Deusa e ao Deus e assumindo o compromisso da Lei Maior: "Faça o que quiser, desde que não prejudique ninguém".
15 DE JUNHO
Vestália, o festival dos primeiros frutos dedicado à deusa Vesta. Neste dia, seis Vestais estavam encarregadas de preparar os bolos sagrados - mola salsa - feitos das primeiras espigas de milho colhidas. Os moinhos eram enfeitados com guirlandas e os burro de carga recebiam farta alimentação e arreios novos. Os templos eram limpos e todos os restos de oferendas anteriores eram jogados no rio Tibre.
Celebração grega da deusa Mnemosyne ou Mnasa, a mãe das Musas, concebidas em uma relação sexual ininterrupta de nove dias de Mnemosyne com o deus Júpiter. Considerada a memoria personificada, ela era venerada como uma Fonte Sagrada, que fluía em Hades, o Mundo Subterrâneo. Era representada, também, como uma mulher madura, ornada de pérolas e pedras, segurando o queixo ou a ponta da orelha com os dois primeiros dedos da mão direita, gesto que facilita a ativação da memória.
Dia de Nossa Senhora do Monte Carmel, celebração antiga na Espanha e nos Estados Unidos comemorando Maria, originada de uma comemoração em uma data anterior dedicada à Grande Mãe.
Festa budista de Amitabha Amida, em comemoração ao Buda da Infinita Paz.
Celebração grega da deusa Mnemosyne ou Mnasa, a mãe das Musas, concebidas em uma relação sexual ininterrupta de nove dias de Mnemosyne com o deus Júpiter. Considerada a memoria personificada, ela era venerada como uma Fonte Sagrada, que fluía em Hades, o Mundo Subterrâneo. Era representada, também, como uma mulher madura, ornada de pérolas e pedras, segurando o queixo ou a ponta da orelha com os dois primeiros dedos da mão direita, gesto que facilita a ativação da memória.
Dia de Nossa Senhora do Monte Carmel, celebração antiga na Espanha e nos Estados Unidos comemorando Maria, originada de uma comemoração em uma data anterior dedicada à Grande Mãe.
Festa budista de Amitabha Amida, em comemoração ao Buda da Infinita Paz.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
14 DE JUNHO
Dia das Musas. Em número de nove, na tradição grega elas eram filhas de Zeus, o rei dos deuses e de Mnemosyna, a deusa da memória. Nascidas perto do Monte Olimpo, foram criadas pelo caçador Crotus que, após sua morte, foi transformado na constelação de Sagitário.
Conforme os autores, o número e os nomes das Musas variam de três a nove, embora na maioria dos mitos fale-se sempre sobre nove Musas. Elas eram Clio, a regente da fama, da historia e dos escritos; Euterpe, a regente da alegria e da musica; Thalia, "a festiva" e regente da comédia; Melpômene, "a entristecida" e regente da tragédia; Terpsichore, a amante da dança e do canto; Erato, "a que desperta o desejo", regente da poesia erótica; Polyhymnia, "a que medita", regente da meditação e dos hinos; Urania, "a celeste", regente da astronomia e, finalmente, Kalliope, "a que tem a voz bonita", regente da poesia épica.
Às vezes, eram mencionadas apenas três Musas: Melete, a que praticava, Mneme, a que recordava e Aoide, a que cantava. Havia também nomes diferentes para o grupo todo, de acordo com a localização: Carmente, Pieriade, Aganippide, Castalide, Heliconiade ou Meonide.
As Musas são detentoras de poderes proféticos e da capacidade de inspirar e estimular a criatividade dos artistas. Para homenageá-las, ofereça-lhes leite, mel, flores, aromas e musica. Assista a uma manifestação cultural ou artística ou prestigie algum artista divulgando seu trabalho.
Conforme os autores, o número e os nomes das Musas variam de três a nove, embora na maioria dos mitos fale-se sempre sobre nove Musas. Elas eram Clio, a regente da fama, da historia e dos escritos; Euterpe, a regente da alegria e da musica; Thalia, "a festiva" e regente da comédia; Melpômene, "a entristecida" e regente da tragédia; Terpsichore, a amante da dança e do canto; Erato, "a que desperta o desejo", regente da poesia erótica; Polyhymnia, "a que medita", regente da meditação e dos hinos; Urania, "a celeste", regente da astronomia e, finalmente, Kalliope, "a que tem a voz bonita", regente da poesia épica.
Às vezes, eram mencionadas apenas três Musas: Melete, a que praticava, Mneme, a que recordava e Aoide, a que cantava. Havia também nomes diferentes para o grupo todo, de acordo com a localização: Carmente, Pieriade, Aganippide, Castalide, Heliconiade ou Meonide.
As Musas são detentoras de poderes proféticos e da capacidade de inspirar e estimular a criatividade dos artistas. Para homenageá-las, ofereça-lhes leite, mel, flores, aromas e musica. Assista a uma manifestação cultural ou artística ou prestigie algum artista divulgando seu trabalho.
13 DE JUNHO
Festa de Epona, a deusa da Gália, protetora dos viajantes, dos cavaleiros e dos cavalos. Nascida da união de uma égua com um deus, ela era considerada um simbolo de fertilidade, invocada nas coroações dos antigos reis celtas para garantir sua soberania. Até o século XI, os reis irlandeses ainda "casavam" com a deusa por meio de suas sacerdotisas. A lenda de Lady Godiva é uma reminiscência do culto dessa deusa eqüina.
Durante a ocupação romana na Gália, seu culto foi adotado pelos exércitos romanos; sua origem é, no entanto, muito mais antiga. Também representada como uma deusa da fertilidade, Epona surgia na correnteza dos rios com quatro seios, segurando um cálice e acenando para seus seguidores, que invocavam-na com cânticos e oferendas.
Durante a ocupação romana na Gália, seu culto foi adotado pelos exércitos romanos; sua origem é, no entanto, muito mais antiga. Também representada como uma deusa da fertilidade, Epona surgia na correnteza dos rios com quatro seios, segurando um cálice e acenando para seus seguidores, que invocavam-na com cânticos e oferendas.
12 DE JUNHO
Shavuoth, a festa hebraica dos grãos agradecendo a colheita e celebrando a deusa Shekinah.
Shekinah era o Ser Primordial, a manifestação da divindade na Terra que podia ser percebida, vista e sentida somente por meio dessa emanação feminina. Também era chamada de Graça Divina, Musica das Esferas, Luz Primordial, Ser Supremo ou Árvore da Vida, sendo representada sentada sobre o Trono da Compaixão, que era ou um tripé ou um dólmen, símbolos muito comuns nas tradições das Deusas. Como Árvore da Vida, ela produzia doze frutos diferentes, um para cada mês e suas folhas curavam os males. Com o passar do tempo, os religiosos e historiadores patriarcais transformaram-na em uma semideusa subordinada a Jeová.
Festa de Mut, a Grande Mãe da Núbia, a "deusa Abutre", protetora de todos os seres vivos. Seu nome significava Mãe, sendo a doadora da vida e da morte. O culto a Mut precedeu o de Ísis como Deusa Mãe.
Celebração de Hu Tu, a Imperatriz da Terra na China, padroeira da fertilidade e reverenciada pelas mulheres na Cidade Proibida.
Skiphoria, o festival grego das mulheres em homenagem a Skira, antiga deusa da colheita.
Festival japonês para afastar os infortúnios e atrair a boa sorte. As pessoas lavavam seus cabelos em um rio ou riacho para se livrar dos males, entregando-os à correnteza.
No Brasil, Dia dos Namorados e, na Grécia, comemoração de Júpiter.
Shekinah era o Ser Primordial, a manifestação da divindade na Terra que podia ser percebida, vista e sentida somente por meio dessa emanação feminina. Também era chamada de Graça Divina, Musica das Esferas, Luz Primordial, Ser Supremo ou Árvore da Vida, sendo representada sentada sobre o Trono da Compaixão, que era ou um tripé ou um dólmen, símbolos muito comuns nas tradições das Deusas. Como Árvore da Vida, ela produzia doze frutos diferentes, um para cada mês e suas folhas curavam os males. Com o passar do tempo, os religiosos e historiadores patriarcais transformaram-na em uma semideusa subordinada a Jeová.
Festa de Mut, a Grande Mãe da Núbia, a "deusa Abutre", protetora de todos os seres vivos. Seu nome significava Mãe, sendo a doadora da vida e da morte. O culto a Mut precedeu o de Ísis como Deusa Mãe.
Celebração de Hu Tu, a Imperatriz da Terra na China, padroeira da fertilidade e reverenciada pelas mulheres na Cidade Proibida.
Skiphoria, o festival grego das mulheres em homenagem a Skira, antiga deusa da colheita.
Festival japonês para afastar os infortúnios e atrair a boa sorte. As pessoas lavavam seus cabelos em um rio ou riacho para se livrar dos males, entregando-os à correnteza.
No Brasil, Dia dos Namorados e, na Grécia, comemoração de Júpiter.
11 DE JUNHO
Continuação das festividades de Mater Matuta, celebrando as deusas Fortuna, em Roma e Tyche, na Grécia.
Festival Matrália, homenageando Ino, a equivalente grega de Mater Matuta, a deusa pré-helênica da agricultura e da chuva, filha de Harmonia, irmã de Sêmele e Leucothea.
Celebração de Pandora, deusa das riquezas da Terra, a doadora, "a mãe que dá presentes a todos", uma das manifestações da deusa Gaia, a Mãe Terra.
Nos países eslavos e nórdicos, o poder gerador e regenerador da Mãe Terra era comemorado com a deusa Mahte, na Lituânia, com Maanemo, na Finlândia, com Mamaldi, na Sibéria e com Mukylein, na Rússia.
Mostre sua gratidão para sua mãe terrena e dê-lhe um presente. Avalie e responsabilize-se pela cura das frustrações/necessidades de sua criança interior, assumindo um novo compromisso consigo mesma para se cuidar, nutrir, amar, completando, assim, as lacunas energéticas e curando as feridas emocionais. Agradeça também à Grande Mãe pela vida e reverencie-a em todas as formas de sua criação.
Festival Matrália, homenageando Ino, a equivalente grega de Mater Matuta, a deusa pré-helênica da agricultura e da chuva, filha de Harmonia, irmã de Sêmele e Leucothea.
Celebração de Pandora, deusa das riquezas da Terra, a doadora, "a mãe que dá presentes a todos", uma das manifestações da deusa Gaia, a Mãe Terra.
Nos países eslavos e nórdicos, o poder gerador e regenerador da Mãe Terra era comemorado com a deusa Mahte, na Lituânia, com Maanemo, na Finlândia, com Mamaldi, na Sibéria e com Mukylein, na Rússia.
Mostre sua gratidão para sua mãe terrena e dê-lhe um presente. Avalie e responsabilize-se pela cura das frustrações/necessidades de sua criança interior, assumindo um novo compromisso consigo mesma para se cuidar, nutrir, amar, completando, assim, as lacunas energéticas e curando as feridas emocionais. Agradeça também à Grande Mãe pela vida e reverencie-a em todas as formas de sua criação.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
10 DE JUNHO
Na Pérsia, dia de Anahita, a deusa do amor, uma das deusas governantes do Império. Ela personificava o poder fertilizador da Lua, da água e da chuva - a água que vinha das estrelas - e era a regente do planeta Vênus. Por isso, era considerada a padroeira da reprodução, aquela que purificava o sêmen do homem e abençoava o ventre e os seios da mulher. Ela aparecia ora como mãe (nutridora), ora como guerreira (defensora) de seu povo. Suas estátuas representavam-na como uma linda mulher, vestida com um manto dourado ornado com peles de lontra e enfeitada com diademas e colares de ouro. Sua carruagem dourada era puxada por quatro cavalos brancos, que representavam o vento, as nuvens, a chuva e o granizo. As oferendas a Anahita incluíam galhos verdes, novilhas brancas, leite e rituais sexuais.
Aproveite esta data e mentalize o cálice sagrado dessa deusa derramando sobre você uma chuva luminosa, nas cores do arco-íris. Abra seus canais sutis e atraia aquela cor que lhe é mais necessária neste momento de sua vida. Recolha a água da chuva e use-a para limpar os objetos de seu altar e seus cristais ou para purificar seus centros energéticos (os chacras). Conecte-se às qualidades de Anahita relacionadas a seu momento atual. Cuide-se, lute por seus objetivos ou, simplesmente, abra-se para o amor entrar em sua vida.
Aproveite esta data e mentalize o cálice sagrado dessa deusa derramando sobre você uma chuva luminosa, nas cores do arco-íris. Abra seus canais sutis e atraia aquela cor que lhe é mais necessária neste momento de sua vida. Recolha a água da chuva e use-a para limpar os objetos de seu altar e seus cristais ou para purificar seus centros energéticos (os chacras). Conecte-se às qualidades de Anahita relacionadas a seu momento atual. Cuide-se, lute por seus objetivos ou, simplesmente, abra-se para o amor entrar em sua vida.
9 DE JUNHO
Matrália, dia das mães em Roma dedicado às deusas da alvorada Aurora e Leucothea, manifestações das antigas deusas Mater Matuta, a "Mãe da Manhã" e Dea Matuta, a "Mãe da Luz". Na madrugada deste dia as mães, com os filhos nos braços, invocavam Matuta pedindo sua bênção.
Nos países eslavos, as Auroras eram duas deusas celestes, a do céu da manhã e a do céu da noite. Eram vistas como lindas virgens que moravam no reino da luz, junto com o deus do Sol, a deusa da Lua, sete juízes (correspondendo aos sete planetas) e sete mensageiros ( as estrelas cadentes e os cometas).
No dia de hoje, procure uma bênção espiritual para seus filhos ou simplesmente ore para a Grande Mãe, entregando a Ela a proteção e a orientação de suas vidas. Homenageie também as mulheres que deram à luz (começando por sua própria mãe) e as que adotaram crianças, oferecendo seu amor maternal para seres que não nasceram de seus ventres. Medite olhando para o céu, pela manhã ou à noite, procurando receber uma orientação espiritual para um novo alvorecer em sua vida.
Nos países eslavos, as Auroras eram duas deusas celestes, a do céu da manhã e a do céu da noite. Eram vistas como lindas virgens que moravam no reino da luz, junto com o deus do Sol, a deusa da Lua, sete juízes (correspondendo aos sete planetas) e sete mensageiros ( as estrelas cadentes e os cometas).
No dia de hoje, procure uma bênção espiritual para seus filhos ou simplesmente ore para a Grande Mãe, entregando a Ela a proteção e a orientação de suas vidas. Homenageie também as mulheres que deram à luz (começando por sua própria mãe) e as que adotaram crianças, oferecendo seu amor maternal para seres que não nasceram de seus ventres. Medite olhando para o céu, pela manhã ou à noite, procurando receber uma orientação espiritual para um novo alvorecer em sua vida.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
8 DE JUNHO
Festival dos Grãos, na China, dedicado à deusa Kwan Yin, a representação do principio Yin da maternidade e da compaixão.
Festival Japonês do Arroz. As mulheres, vestidas com seus quimonos tradicionais, recitavam orações e faziam fogueiras, com palha de arroz, pedindo a bênção das colheitas e das crianças.
Celebração da deusa romana Mens, que regia as medições. os números (cálculos, tabelas e arquivos) e os calendários. Seu nome significava "o momento certo" e era um dos atributos da deusa Luna, que inspirou as mulheres a inventarem os calendários de acordo com seus ciclos menstruais. Os primeiros calendários da humanidade foram os lunares, baseados na sincronicidade entre o ciclo lunar e o menstrual. A própria palavra "menstruação" contem em si o nome desta deusa.
Reverencie Mens iniciando um calendário menstrual, observando a relação do seu período mensal com a fase da Lua. Quanto mais você se afinar com as energias lunares, mais seu ciclo menstrual tornar-se-á regular e harmônico.
Festival Japonês do Arroz. As mulheres, vestidas com seus quimonos tradicionais, recitavam orações e faziam fogueiras, com palha de arroz, pedindo a bênção das colheitas e das crianças.
Celebração da deusa romana Mens, que regia as medições. os números (cálculos, tabelas e arquivos) e os calendários. Seu nome significava "o momento certo" e era um dos atributos da deusa Luna, que inspirou as mulheres a inventarem os calendários de acordo com seus ciclos menstruais. Os primeiros calendários da humanidade foram os lunares, baseados na sincronicidade entre o ciclo lunar e o menstrual. A própria palavra "menstruação" contem em si o nome desta deusa.
Reverencie Mens iniciando um calendário menstrual, observando a relação do seu período mensal com a fase da Lua. Quanto mais você se afinar com as energias lunares, mais seu ciclo menstrual tornar-se-á regular e harmônico.
7 DE JUNHO
Festival de Vestalia em homenagem a Vesta, deusa padroeira dos lares e guardiã do fogo sagrado. As Vestais limpavam e renovavam os altares e abriam os templos para todas as mulheres, sendo o acesso proibido aos homens. Além de zelarem pela chama sagrada dos templos da Deusa, as Vestais colhiam os primeiros cereais e frutas, preparavam as oferendas e as ceias comunitárias das colheitas. As Vestais eram encarregadas, também, dos rituais de purificação dos templos, das praças publicas, das casas e das pessoas.
Celebração da deusa báltica Haltia, a protetora do lar, dos assuntos e dos animais domésticos. Segundo a lenda, ela morava na própria estrutura das casas e trazia saúde e boa sorte para seus habitantes. Se a casa fosse demolida ou destruída, a família deveria levar para sua nova morada um pouco das cinzas da antiga lareira para não ofender ou enfurecer a Deusa. Haltia também cuidava das vacas, ovelhas, cavalos, porcos e aves. As crianças tornavam-se mais obedientes se ela fosse homenageada com cânticos, orações e oferendas de pão, leite, queijo e mel.
Celebração da deusa báltica Haltia, a protetora do lar, dos assuntos e dos animais domésticos. Segundo a lenda, ela morava na própria estrutura das casas e trazia saúde e boa sorte para seus habitantes. Se a casa fosse demolida ou destruída, a família deveria levar para sua nova morada um pouco das cinzas da antiga lareira para não ofender ou enfurecer a Deusa. Haltia também cuidava das vacas, ovelhas, cavalos, porcos e aves. As crianças tornavam-se mais obedientes se ela fosse homenageada com cânticos, orações e oferendas de pão, leite, queijo e mel.
6 DE JUNHO
Festival de Bendidéia, na Trácia, homenageando a deusa lunar Bendis, representante do poder destruidor da lua minguante e dos mistérios da noite e da escuridão. Essas celebrações lunares continuaram, posteriormente, na Grécia, com procissões de mulheres indo para o templo de Pireus. Mais tarde, Bendis foi sincretizada a outras deusas lunares, como Ártemis e Hecate. Antigamente, eram feitas oferendas neste dia, nas encruzilhadas, de bolos em forma de meia-lua.
Celebração de Andrômeda, a deusa pré-helênica da Lua. Seu nome, originariamente, descrevia o poder fertilizador e destruidor da Lua como "Governante dos Homens". Era considerada a personificação da luz da Lua alternada à escuridão da noite. Posteriormente, nos mitos, Andrômeda foi transformada na filha da Rainha Cassiopéia, castigada pelo deus Poseidon por seu orgulho e salva pelo herói Perseu. Após sua morte, a deusa Athena transformou-a na constelação que leva seu nome.
Na Nigéria, inicio do festival anual para honrar os ancestrais, os Egungun. Durante sete dias, as pessoas ofertavam comidas e bebidas aos espíritos ancestrais, dançavam e entravam em transe religioso para poder se comunicar com seus antepassados e com os espíritos da natureza.
Celebração de Andrômeda, a deusa pré-helênica da Lua. Seu nome, originariamente, descrevia o poder fertilizador e destruidor da Lua como "Governante dos Homens". Era considerada a personificação da luz da Lua alternada à escuridão da noite. Posteriormente, nos mitos, Andrômeda foi transformada na filha da Rainha Cassiopéia, castigada pelo deus Poseidon por seu orgulho e salva pelo herói Perseu. Após sua morte, a deusa Athena transformou-a na constelação que leva seu nome.
Na Nigéria, inicio do festival anual para honrar os ancestrais, os Egungun. Durante sete dias, as pessoas ofertavam comidas e bebidas aos espíritos ancestrais, dançavam e entravam em transe religioso para poder se comunicar com seus antepassados e com os espíritos da natureza.
5 DE JUNHO
Celebração de Domnia, a padroeira celta dos menires e dólmens, homenageada na Irlanda com procissões e rituais nos círculos de pedras.
Nos países eslavos, os menires eram chamados Kamenaia Baba ou "as mães de pedra". Esses monólitos arredondados eram de origem cita, sendo feitas neles inscrições com imagens de animais, serpentes e mulheres segurando chifres. Oferendas de lã, leite e óleo de linhaça eram feitas pelos camponeses, que pediam força e saúde para si e para seus animais.
Comemoração celta de Sheelah na Gig, a antiga deusa irlandesa da fertilidade, da vida e da morte. Ela era representada como uma mulher velha e esquelética, abrindo com suas mãos sua vulva exageradamente grande, simbolizando o portal da vida. Suas figuras foram usadas, posteriormente, pelos padres cristãos como adornos nas igrejas para representar os "demônios" da sexualidade e do pecado.
Dança do Milho dos índios Pueblo, no Novo México, dedicada às deusas da chuva e da terra, respectivamente "A Mulher que Muda" e "A Mulher Aranha".
Retirada da estátua de Hathor de seu templo em Dendera, iniciando-se a procissão com barcos até Edfu.
Dia Mundial do Meio Ambiente.
Nos países eslavos, os menires eram chamados Kamenaia Baba ou "as mães de pedra". Esses monólitos arredondados eram de origem cita, sendo feitas neles inscrições com imagens de animais, serpentes e mulheres segurando chifres. Oferendas de lã, leite e óleo de linhaça eram feitas pelos camponeses, que pediam força e saúde para si e para seus animais.
Comemoração celta de Sheelah na Gig, a antiga deusa irlandesa da fertilidade, da vida e da morte. Ela era representada como uma mulher velha e esquelética, abrindo com suas mãos sua vulva exageradamente grande, simbolizando o portal da vida. Suas figuras foram usadas, posteriormente, pelos padres cristãos como adornos nas igrejas para representar os "demônios" da sexualidade e do pecado.
Dança do Milho dos índios Pueblo, no Novo México, dedicada às deusas da chuva e da terra, respectivamente "A Mulher que Muda" e "A Mulher Aranha".
Retirada da estátua de Hathor de seu templo em Dendera, iniciando-se a procissão com barcos até Edfu.
Dia Mundial do Meio Ambiente.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
4 DE JUNHO
Na Irlanda, celebração da Mãe Terra, a antiga deusa Danu ou Anu, conhecida também como Don no Pais de Gales e Domnu, Dana ou Donann em outros lugares. Reverenciada como a Mãe Ancestral de uma tribo de seres espirituais chamados Tuatha de Danaan, seu nome significava "sabedoria". Os Tuatha de Danaan eram a quarta raça de colonizadores que chegaram na Irlanda séculos antes da era cristã. Eles eram seres sábios, eminentes magos, cientistas e artesãos, possuidores de uma altíssima vibração espiritual, verdadeiros seres de luz. Após permanecerem duzentos anos ensinando suas artes para os habitantes nativos, foram vencidos pelos últimos conquistadores da ilha, os Milesianos, guerreiros e materialistas. Os sobreviventes do "povo da deusa Danu" refugiaram-se nas colinas ou embaixo da terra e passaram a ser conhecidos como "Daoine Sidhe" ou o "Povo das Fadas".
Fim de Rosalia, o festival romano das rosas.
Festival romano da deusa Pax. Essa deusa era a protetora das pessoas e das propriedades, a personificação da segurança. Acenda uma vela branca em sua homenagem e ore, pedindo proteção e segurança para você e para seus entes queridos. Medite também sobre meios atuais e eficientes para colaborar na manutenção da paz pessoal, familiar, coletiva e planetária. Contribua, mesmo que modestamente, para alguma organização ou movimento em favor da Paz Mundial.
Fim de Rosalia, o festival romano das rosas.
Festival romano da deusa Pax. Essa deusa era a protetora das pessoas e das propriedades, a personificação da segurança. Acenda uma vela branca em sua homenagem e ore, pedindo proteção e segurança para você e para seus entes queridos. Medite também sobre meios atuais e eficientes para colaborar na manutenção da paz pessoal, familiar, coletiva e planetária. Contribua, mesmo que modestamente, para alguma organização ou movimento em favor da Paz Mundial.
3 DE JUNHO
Cerimonias romanas para Bellona, a deusa guerreira e amazona e para Tempesta, a deusa das tempestades.
Ritual budista para a bênção das meninas. Dedicado à deusa Surabhi ou Kamadhenu, "a vaca da plenitude que realiza todos os desejos", ela representava a maternidade e a reprodução e era invocada para a proteção das crianças.
Celebração finlandesa para Kaltas-Anki, a deusa dos partos, protetora das mães e das crianças. Em cada nascimento, ela lia em um livro dourado o destino da criança e tecia o fio de sua vida. Ela era reverenciada nas árvores com sete ramificações, em que eram enterradas as placentas dos recém-nascidos.
Festival "Cataclysmos", nas praias da ilha de Chipre. Anualmente, nesta data, são homenageadas com orações, jogos aquáticos e danças sagradas as almas daqueles que morreram no mar. Também era reverenciada a deusa Kypris ou Cypria, uma das manifestações de Afrodite que, segundo a lenda, nasceu nesta ilha.
Ritual budista para a bênção das meninas. Dedicado à deusa Surabhi ou Kamadhenu, "a vaca da plenitude que realiza todos os desejos", ela representava a maternidade e a reprodução e era invocada para a proteção das crianças.
Celebração finlandesa para Kaltas-Anki, a deusa dos partos, protetora das mães e das crianças. Em cada nascimento, ela lia em um livro dourado o destino da criança e tecia o fio de sua vida. Ela era reverenciada nas árvores com sete ramificações, em que eram enterradas as placentas dos recém-nascidos.
Festival "Cataclysmos", nas praias da ilha de Chipre. Anualmente, nesta data, são homenageadas com orações, jogos aquáticos e danças sagradas as almas daqueles que morreram no mar. Também era reverenciada a deusa Kypris ou Cypria, uma das manifestações de Afrodite que, segundo a lenda, nasceu nesta ilha.
2 DE JUNHO
Dia de Cardes, a deusa romana da vida doméstica e das trancas e fechaduras. Ela cuidava da harmonia familiar, além das portas e janelas das casas. Seu poder abria qualquer porta e dava acesso ao conhecimento oculto.
Festa escandinava da deusa Syn, a guardiã do paraíso, que barrava a entrada daqueles considerados indignos. Por ser uma deusa justa e onisciente, ela era invocada nos juramentos e nas disputas judiciais.
Aproveite esta data, escolha um destes símbolos pessoais - escudo cabalístico, mandala, ferradura, réstia de alho, figas, runas ou imagens de anjos - e coloque-o nas portas e janelas como proteção, invocando seus guardiões espirituais.
Shapatu, comemoração na Babilônia de Ishtar como Rainha das Estrelas e celebração de Juno Regina, na Grécia, como a Rainha do Céu.
Festa escandinava da deusa Syn, a guardiã do paraíso, que barrava a entrada daqueles considerados indignos. Por ser uma deusa justa e onisciente, ela era invocada nos juramentos e nas disputas judiciais.
Aproveite esta data, escolha um destes símbolos pessoais - escudo cabalístico, mandala, ferradura, réstia de alho, figas, runas ou imagens de anjos - e coloque-o nas portas e janelas como proteção, invocando seus guardiões espirituais.
Shapatu, comemoração na Babilônia de Ishtar como Rainha das Estrelas e celebração de Juno Regina, na Grécia, como a Rainha do Céu.
1º DE JUNHO
Celebração de Carna, a deusa romana da saúde e da sobrevivência física. Os romanos ofereciam-lhe pão fresco e sopa de feijão, agradecendo-lhe pela manutenção da saúde. Carna representava a realidade carnal da existência humana, a personificação dos processos físicos da sobrevivência.
Festival romano para Juno Moneta, homenageando seus atributos de protetora das casas de moeda e defensora dos bens das mulheres casadas, evitando sua espoliação pelos maridos ou filhos.
Festival das Hamadríades, as Ninfas dos carvalhos na Grécia. Os gregos acreditavam que cada árvore tinha uma alma individual, uma força elementar na forma de uma mulher com o corpo formado pela árvore. Esses seres elementais, chamados de Dríades, zelavam por suas moradas - as árvores - e castigavam os homens que quebravam ou cortavam a árvore ou seus galhos. As Ninfas que moravam nas árvores frutíferas chamavam-se Melíades ou Epimélides. Quando a árvore morria, a vida da Ninfa também acabava; por isso, os bosques eram considerados locais sagrados e preservados contra os incêndios ou a destruição.
Na antiga Áustria, em Tirol, os espíritos das árvores eram chamados Fangge. Os habitantes acreditavam que os Fangge vingavam-se daqueles que cortassem os galhos ou arrancassem a casca das árvores, fatos que levariam à sua morte. Para se proteger de alguma vingança dos Fangge, as pessoas ofertavam pães com sementes de cominho às árvores.
No Japão, os Oryu, os espíritos dos salgueiros, abandonavam as árvores caso elas fossem destruídas e atacavam seus agressores.
Nos países eslavos, comemorava-se Slata-baba ou "A Mulher Dourada", equivalente da deusa romana Moneta, padroeira da riqueza e das cerimônias. Era representada como uma mulher ricamente vestida com peles e enfeitada com jóias de ouro. Para atrair suas bênçãos, eram oferecidas as melhores peles dos animais caçados, por acreditar-se que ela guardava todos os tesouros do mundo.
Conecte-se à força vitalizadora e regeneradora das árvores. Abrace uma, fundindo-se com suas raízes e galhos, recebendo seu vigor e altivez. Agradeça à Dríade, oferecendo-lhe um agrado: uma moeda, uma fita, uma fruta ou um pouco de cereal. "Adote" ou plante uma árvore e responsabilize-se por cuida-la e protege-la. Você recebera em troca a proteção e a benevolência das Dríades. Se precisar arrancar alguma árvore por motivos de segurança ou espaço, converse com a Dríade primeiro. Exponha-lhe seu motivo e comprometa-se a plantar uma nova árvore, da mesma espécie, pedindo a Dríade que concorde em se mudar para a nova moradia. Agradeça-lhe a colaboração e, em troca, procure sensibilizar outras pessoas para proteger e evitar a destruição das florestas e das matas.
Festival romano para Juno Moneta, homenageando seus atributos de protetora das casas de moeda e defensora dos bens das mulheres casadas, evitando sua espoliação pelos maridos ou filhos.
Festival das Hamadríades, as Ninfas dos carvalhos na Grécia. Os gregos acreditavam que cada árvore tinha uma alma individual, uma força elementar na forma de uma mulher com o corpo formado pela árvore. Esses seres elementais, chamados de Dríades, zelavam por suas moradas - as árvores - e castigavam os homens que quebravam ou cortavam a árvore ou seus galhos. As Ninfas que moravam nas árvores frutíferas chamavam-se Melíades ou Epimélides. Quando a árvore morria, a vida da Ninfa também acabava; por isso, os bosques eram considerados locais sagrados e preservados contra os incêndios ou a destruição.
Na antiga Áustria, em Tirol, os espíritos das árvores eram chamados Fangge. Os habitantes acreditavam que os Fangge vingavam-se daqueles que cortassem os galhos ou arrancassem a casca das árvores, fatos que levariam à sua morte. Para se proteger de alguma vingança dos Fangge, as pessoas ofertavam pães com sementes de cominho às árvores.
No Japão, os Oryu, os espíritos dos salgueiros, abandonavam as árvores caso elas fossem destruídas e atacavam seus agressores.
Nos países eslavos, comemorava-se Slata-baba ou "A Mulher Dourada", equivalente da deusa romana Moneta, padroeira da riqueza e das cerimônias. Era representada como uma mulher ricamente vestida com peles e enfeitada com jóias de ouro. Para atrair suas bênçãos, eram oferecidas as melhores peles dos animais caçados, por acreditar-se que ela guardava todos os tesouros do mundo.
Conecte-se à força vitalizadora e regeneradora das árvores. Abrace uma, fundindo-se com suas raízes e galhos, recebendo seu vigor e altivez. Agradeça à Dríade, oferecendo-lhe um agrado: uma moeda, uma fita, uma fruta ou um pouco de cereal. "Adote" ou plante uma árvore e responsabilize-se por cuida-la e protege-la. Você recebera em troca a proteção e a benevolência das Dríades. Se precisar arrancar alguma árvore por motivos de segurança ou espaço, converse com a Dríade primeiro. Exponha-lhe seu motivo e comprometa-se a plantar uma nova árvore, da mesma espécie, pedindo a Dríade que concorde em se mudar para a nova moradia. Agradeça-lhe a colaboração e, em troca, procure sensibilizar outras pessoas para proteger e evitar a destruição das florestas e das matas.
domingo, 4 de agosto de 2013
JUNHO
Originalmente, o nome deste mês era Junonius, em homenagem a Juno, a deusa romana padroeira dos casamentos e das mulheres. Equivalente à deusa grega Hera. Juno era invocada nos casamentos para garantir a felicidade duradoura por seu aspecto de padroeira e protetora das funções e atributos femininos. Por isso, antigamente, as mulheres procuravam casar neste mês, tradição mudada pela Igreja Católica para o mês de maio, apesar da crença antiga de que casar neste mês traria azar.
Como governante da estação mais clara e quente do ano, Juno era a contraparte luminosa de Janus, o regente do mês de janeiro.
No hemisfério norte, durante este mês, percebia-se um acréscimo de energia psíquica, favorecendo a aproximação e o intercâmbio com os seres elementais e os espíritos da natureza, que poderiam se tornar acessíveis e visíveis desde que devidamente agradados e invocados.
Os nomes antigos deste mês eram Meitheamh para os irlandeses, Aerra Litha para os anglo-saxões e Brachmonath para os nórdicos. No calendário sagrado druídico, a letra Ogham correspondente é Tinne e a planta sagrada é o azevinho, O lema do mês é "energia e poder de decisão para enfrentar problemas e obstáculos". As pedras sagradas deste mês são a ágata, a pedra da lua, a alexandrita e a pérola. As deusas regentes são Juno, Carna, Cardea, Danu, Vesta, Anahita, Epona, Cerridwen e Kupalo.
Os povos nativos chamavam este mês de Lua dos Amantes, Lua de Mel, Lua dos Morangos, Lua da Rosa, Lua dos Prados, Lua do Sol Forte, Lua dos Cavalos, Lua da Engorda e Mês do Intervalo, entre outros.
No calendário rúnico, este mês é regido pela Runa Dagaz, que representa a "porta do ano", o portal para os mundos internos, a abertura que permite a entrada daquilo que é benéfico e obstruí a entrada das coisas ruins. Por isso, Junho era considerado a "porta do ano", abrindo os canais para o Sol entrar, fortalecendo as energias e consolidando os ganhos.
Neste mês, os povos europeus celebravam o Solstício de Verão com vários rituais, encantamentos, praticas oraculares, festas, fogueiras, danças e feiras. Nos países eslavos, o nome dos festivais variava (Kupalo, Jarilo, Kostroma, Sabotka, Kreonice ou Vajano), mas sua tônica era a mesma.
No Egito, durante a lua cheia, homenageava-se a deusa Hathor com o festival de Edfu. A procissão com a estátua da deusa, retirada de seu templo de Dendera durante a lua nova, culminava com sua chegada no templo de Horus, em Edfu, para o casamento sagrado destas divindades. Durante as faustosas celebrações, muitos casais aproveitavam os influxos auspiciosos do evento para imitar o exemplo dos deuses e se casar. A deusa lunar Hathor regia o amor, a beleza, a união e a fertilidade e, casar-se durante sua celebração na lua cheia, garantia suas bênçãos para o casal.
Também no Egito, celebravam-se as deusas Ísis e Neith com o Festival das Lanternas, enquanto que na Índia, um festival exclusivo de mulheres homenageava a deusa Parvati.
Na Grécia antiga, durante a lua nova, celebrava-se Ártemis - a deusa lunar padroeira das florestas e dos animais -, as Horas - deusas menores das estações - e as Dríades - as ninfas das árvores. Em Roma, comemoravam-se as deusas Carna - da saúde -, Cardea - a protetora das casas - e Hera e Vênus - as padroeiras das mulheres e do amor.
Os povos nativos norte-americanos festejam, neste mês, o retorno dos Kachinas, os espíritos ancestrais da natureza para sua morada subterrânea, após terem proporcionado o crescimento da vegetação. Os incas celebravam Inti Raymi, a grande Festa do Sol e a gratidão pela colheita do milho.
Guiada por todas essas informações das antigas celebrações, procure se fortalecer, reforçando suas características positivas, assumindo responsabilidades e tomando decisões. Abra uma nova porta para a entrada das energias luminosas e benéficas, celebre o solstício, o Sol e a Lua e reverencie as forças da natureza, entrando em contato com os seres elementais.
Como governante da estação mais clara e quente do ano, Juno era a contraparte luminosa de Janus, o regente do mês de janeiro.
No hemisfério norte, durante este mês, percebia-se um acréscimo de energia psíquica, favorecendo a aproximação e o intercâmbio com os seres elementais e os espíritos da natureza, que poderiam se tornar acessíveis e visíveis desde que devidamente agradados e invocados.
Os nomes antigos deste mês eram Meitheamh para os irlandeses, Aerra Litha para os anglo-saxões e Brachmonath para os nórdicos. No calendário sagrado druídico, a letra Ogham correspondente é Tinne e a planta sagrada é o azevinho, O lema do mês é "energia e poder de decisão para enfrentar problemas e obstáculos". As pedras sagradas deste mês são a ágata, a pedra da lua, a alexandrita e a pérola. As deusas regentes são Juno, Carna, Cardea, Danu, Vesta, Anahita, Epona, Cerridwen e Kupalo.
Os povos nativos chamavam este mês de Lua dos Amantes, Lua de Mel, Lua dos Morangos, Lua da Rosa, Lua dos Prados, Lua do Sol Forte, Lua dos Cavalos, Lua da Engorda e Mês do Intervalo, entre outros.
No calendário rúnico, este mês é regido pela Runa Dagaz, que representa a "porta do ano", o portal para os mundos internos, a abertura que permite a entrada daquilo que é benéfico e obstruí a entrada das coisas ruins. Por isso, Junho era considerado a "porta do ano", abrindo os canais para o Sol entrar, fortalecendo as energias e consolidando os ganhos.
Neste mês, os povos europeus celebravam o Solstício de Verão com vários rituais, encantamentos, praticas oraculares, festas, fogueiras, danças e feiras. Nos países eslavos, o nome dos festivais variava (Kupalo, Jarilo, Kostroma, Sabotka, Kreonice ou Vajano), mas sua tônica era a mesma.
No Egito, durante a lua cheia, homenageava-se a deusa Hathor com o festival de Edfu. A procissão com a estátua da deusa, retirada de seu templo de Dendera durante a lua nova, culminava com sua chegada no templo de Horus, em Edfu, para o casamento sagrado destas divindades. Durante as faustosas celebrações, muitos casais aproveitavam os influxos auspiciosos do evento para imitar o exemplo dos deuses e se casar. A deusa lunar Hathor regia o amor, a beleza, a união e a fertilidade e, casar-se durante sua celebração na lua cheia, garantia suas bênçãos para o casal.
Também no Egito, celebravam-se as deusas Ísis e Neith com o Festival das Lanternas, enquanto que na Índia, um festival exclusivo de mulheres homenageava a deusa Parvati.
Na Grécia antiga, durante a lua nova, celebrava-se Ártemis - a deusa lunar padroeira das florestas e dos animais -, as Horas - deusas menores das estações - e as Dríades - as ninfas das árvores. Em Roma, comemoravam-se as deusas Carna - da saúde -, Cardea - a protetora das casas - e Hera e Vênus - as padroeiras das mulheres e do amor.
Os povos nativos norte-americanos festejam, neste mês, o retorno dos Kachinas, os espíritos ancestrais da natureza para sua morada subterrânea, após terem proporcionado o crescimento da vegetação. Os incas celebravam Inti Raymi, a grande Festa do Sol e a gratidão pela colheita do milho.
Guiada por todas essas informações das antigas celebrações, procure se fortalecer, reforçando suas características positivas, assumindo responsabilidades e tomando decisões. Abra uma nova porta para a entrada das energias luminosas e benéficas, celebre o solstício, o Sol e a Lua e reverencie as forças da natureza, entrando em contato com os seres elementais.
31 DE MAIO
Celebração dos deuses gregos Perséfone e Plutão, com danças e competições esportivas perto do Rio Tibre, em Tarentum. Na mitologia pré-helênica, Pluto era o aspecto escuro da Tríplice Mãe, sendo que seus outros dois aspectos eram formados por Kore e Perséfone. A palavra Pluto significava "riqueza" e "abundância". Na mitologia grega, posteriormente adotada pelos romanos, Pluto era irmão de Zeus e senhor do Hades, o mundo escuro dos mortos. Foi ele quem raptou Perséfone, a filha amada da deusa Deméter, tornando-a a rainha do mundo subterrâneo.
Sellisternia, a celebração de Ísis em seu aspecto de Stella Maris, a protetora dos marinheiros. Em Roma, as matronas levavam oferendas para as deusas Juno e Diana.
No folclore celta, comemora-se a linda princesa irlandesa Grainne, que preferiu o exílio com seu amado e a morte a ter de se casar por obrigação com outro. Esta lenda originou-se em um antigo mito sobre a deusa solar Grainne, que escolheu fugir com um jovem e abandonou seu velho marido. A batalha entre o jovem e o ancião descreve a escolha do novo consorte da Deusa, substituindo-se o antigo rei. De uma maneira simbólica, esta lenda expõe os ressentimentos patriarcais em relação a liberdade de escolha feminina e o domínio do homem sobre a mulher, já que o jovem herói é morto e Grainne, ao se ver obrigada a voltar a viver com seu velho marido, opta pela morte.
A antiga tribo celta do povo Averni homenageava Basihea ou Bakeaki, a deusa do céu, criadora dos pássaros e protetora das viagens - físicas ou mentais. Para se conectar a essa antiga e esquecida deusa, invoque-a para desvendar algum segredo, para chamar algum pássaro como seu aliado ou para protege-la em suas viagens aéreas. Oferte-lhe algumas penas ou folhas de árvore, soltando-as ao vento ou dance imitando o vôo dos pássaros, projetando-se mentalmente para a morada celeste da Deusa.
Comemoração do nascimento, da iluminação e da passagem de Buda, com a cerimonia da Tríplice Bênção. As casas e os templos são decorados com flores e flamulas de oração e são feitas oferendas de incenso e arroz pedindo sua bênção.
Sellisternia, a celebração de Ísis em seu aspecto de Stella Maris, a protetora dos marinheiros. Em Roma, as matronas levavam oferendas para as deusas Juno e Diana.
No folclore celta, comemora-se a linda princesa irlandesa Grainne, que preferiu o exílio com seu amado e a morte a ter de se casar por obrigação com outro. Esta lenda originou-se em um antigo mito sobre a deusa solar Grainne, que escolheu fugir com um jovem e abandonou seu velho marido. A batalha entre o jovem e o ancião descreve a escolha do novo consorte da Deusa, substituindo-se o antigo rei. De uma maneira simbólica, esta lenda expõe os ressentimentos patriarcais em relação a liberdade de escolha feminina e o domínio do homem sobre a mulher, já que o jovem herói é morto e Grainne, ao se ver obrigada a voltar a viver com seu velho marido, opta pela morte.
A antiga tribo celta do povo Averni homenageava Basihea ou Bakeaki, a deusa do céu, criadora dos pássaros e protetora das viagens - físicas ou mentais. Para se conectar a essa antiga e esquecida deusa, invoque-a para desvendar algum segredo, para chamar algum pássaro como seu aliado ou para protege-la em suas viagens aéreas. Oferte-lhe algumas penas ou folhas de árvore, soltando-as ao vento ou dance imitando o vôo dos pássaros, projetando-se mentalmente para a morada celeste da Deusa.
Comemoração do nascimento, da iluminação e da passagem de Buda, com a cerimonia da Tríplice Bênção. As casas e os templos são decorados com flores e flamulas de oração e são feitas oferendas de incenso e arroz pedindo sua bênção.
30 DE MAIO
Comemoração de Joana d'Arc. Segundo a lenda, Joana recebeu sua missão das "Três Fadas", sob uma árvore consagrada ao culto da deusa Diana. O Conselho Eclesiástico interpretou sua visão como uma aparição angélica, negada posteriormente. Sua morte foi autorizada na fogueira como "bruxa herege e idolatra". Quinhentos anos depois, no entanto, Joana foi canonizada como Santa.
Antiga celebração das deusas gaulesas da guerra Nemétona, a senhora do bosque sagrado e Nantosuelta, a senhora da água e dos corvos.
Dia de recordar todas as mulheres que foram torturadas, assassinadas e queimadas durante as perseguições religiosas por deterem poderes psíquicos, consideradas "bruxas e seguidoras do demônio". É importante lembrar as vidas e as mortes dessas mulheres, reverenciando, assim, o poder oculto inerente a cada mulher, sua necessidade e direito de expressá-lo livremente e seguramente.
Festival do Milho nos Pueblos do Novo México, agradecendo as dádivas da terra com preces, cânticos e oferecimento de fubá e fumo para as seis Donzelas do Milho. Representando as várias cores do milho - amarelo, vermelho, azul, branco, preto e mesclado -, elas são chamadas de A-ha Kachin Mana.
Antiga celebração das deusas gaulesas da guerra Nemétona, a senhora do bosque sagrado e Nantosuelta, a senhora da água e dos corvos.
Dia de recordar todas as mulheres que foram torturadas, assassinadas e queimadas durante as perseguições religiosas por deterem poderes psíquicos, consideradas "bruxas e seguidoras do demônio". É importante lembrar as vidas e as mortes dessas mulheres, reverenciando, assim, o poder oculto inerente a cada mulher, sua necessidade e direito de expressá-lo livremente e seguramente.
Festival do Milho nos Pueblos do Novo México, agradecendo as dádivas da terra com preces, cânticos e oferecimento de fubá e fumo para as seis Donzelas do Milho. Representando as várias cores do milho - amarelo, vermelho, azul, branco, preto e mesclado -, elas são chamadas de A-ha Kachin Mana.
29 DE MAIO
Ambarvália, festival romano da Mãe do Milho celebrando a deusa Ceres com procissões e cânticos. As pessoas passavam sobre os campos recém-semeados pedindo as bênçãos da Deusa para ter abundância nas colheitas.
Antigamente, na Hungria, as mulheres enfeitavam-se e dançavam na entrada das lavouras, pedindo às deusas do tempo proteção contra o granizo e as pragas.
Dia do Carvalho, na Inglaterra. Neste dia, faziam-se invocações para afastar as pragas, as chuvas de granizo e para garantir a saúde dos animais e dos camponeses. Oferendas de animais eram feitas; eles deviam atravessar os campos por três vezes antes de serem sacrificados. Outras oferendas consistiam de guirlandas de flores, frutas, bolos de milho, leite, vinho e mel. Ainda hoje, são usados galhos, folhas e frutos de carvalho para enfeitar as residências, atraindo, assim, os poderes protetores do carvalho.
No Brasil, pode-se substituir o carvalho por qualquer árvore frondosa e resistente, como mangueiras ou figueiras.. Antes de tirar qualquer galho vivo de uma árvore, sempre peça licença a seu guardião, oferecendo em troca alguma coisa, como um fio de cabelo seu, uma moeda ou um pouco de fubá.
Dia da mulher, em Ibo, na África e festa da colheita dos morangos dos índios Iroquois.
Festas romanas homenageando o deus Marte com sacrifícios de carneiros, rituais de purificação, danças e competições esportivas.
Antigamente, na Hungria, as mulheres enfeitavam-se e dançavam na entrada das lavouras, pedindo às deusas do tempo proteção contra o granizo e as pragas.
Dia do Carvalho, na Inglaterra. Neste dia, faziam-se invocações para afastar as pragas, as chuvas de granizo e para garantir a saúde dos animais e dos camponeses. Oferendas de animais eram feitas; eles deviam atravessar os campos por três vezes antes de serem sacrificados. Outras oferendas consistiam de guirlandas de flores, frutas, bolos de milho, leite, vinho e mel. Ainda hoje, são usados galhos, folhas e frutos de carvalho para enfeitar as residências, atraindo, assim, os poderes protetores do carvalho.
No Brasil, pode-se substituir o carvalho por qualquer árvore frondosa e resistente, como mangueiras ou figueiras.. Antes de tirar qualquer galho vivo de uma árvore, sempre peça licença a seu guardião, oferecendo em troca alguma coisa, como um fio de cabelo seu, uma moeda ou um pouco de fubá.
Dia da mulher, em Ibo, na África e festa da colheita dos morangos dos índios Iroquois.
Festas romanas homenageando o deus Marte com sacrifícios de carneiros, rituais de purificação, danças e competições esportivas.
sábado, 3 de agosto de 2013
28 DE MAIO
Celebração de Python, a grande serpente pré-helênica, filha partenogênica da Terra, nascida da lama após o Dilúvio. Na mitologia grega, Python era filha da deusa Hera, nascida sem a interferência de Zeus e morava sob a fonte sagrada de Delphi. Python personificava o espírito profético do Oráculo de Delphi, comunicando-se por meio das Pitonisas, as sacerdotisas oraculares. Por viver dentro da terra, Python conhecia todos os segredos e transmitia-os pelo transe apenas para as mulheres. Mesmo após a usurpação do templo que pertencia à Mãe Terra pelos sacerdotes de Apolo, o oráculo continuava pertencendo às Pitonisas.
Purificação anual de Pythia, a sacerdotisa de Delphi. Antes de começar as profecias, Pythia e todos aqueles que consultavam o oráculo, eram submetidos a uma purificação ritualística com fumigações, devendo mastigar folhas de louro.
Celebração da deusa-serpente Uadjit, protetora do baixo Egito e do delta do Rio Nilo juntamente com a deusa Nekhebet. Juntas, elas formavam Neb Ti, o símbolo da unificação do Egito. Uadjit ou Buto, era descrita como uma serpente alada, coroada e com rosto de mulher.
Nas antigas culturas e tradições, a serpente era o símbolo da vida, da morte e do renascimento, o poder transformador e regenerador da Deusa. O cristianismo deturpou o significado sagrado, transformando-a em uma imagem maléfica. No entanto, ainda persistem costumes e tradições folclóricas homenageando o poder regenerador das serpentes, como a Festa dei Serpari, em Abruzzi, na Itália, onde milhares de pessoas vão em procissão, segurando serpentes nas mãos, até a igreja construída sobre um antigo templo dedicado à sereia Circe. Depois da festa, as pessoas comem pães em forma de círculo ("ciambelle"), relembrando, sem saber, o antigo ritual de celebração da Deusa.
Comemoração budista dos mortos.
Purificação anual de Pythia, a sacerdotisa de Delphi. Antes de começar as profecias, Pythia e todos aqueles que consultavam o oráculo, eram submetidos a uma purificação ritualística com fumigações, devendo mastigar folhas de louro.
Celebração da deusa-serpente Uadjit, protetora do baixo Egito e do delta do Rio Nilo juntamente com a deusa Nekhebet. Juntas, elas formavam Neb Ti, o símbolo da unificação do Egito. Uadjit ou Buto, era descrita como uma serpente alada, coroada e com rosto de mulher.
Nas antigas culturas e tradições, a serpente era o símbolo da vida, da morte e do renascimento, o poder transformador e regenerador da Deusa. O cristianismo deturpou o significado sagrado, transformando-a em uma imagem maléfica. No entanto, ainda persistem costumes e tradições folclóricas homenageando o poder regenerador das serpentes, como a Festa dei Serpari, em Abruzzi, na Itália, onde milhares de pessoas vão em procissão, segurando serpentes nas mãos, até a igreja construída sobre um antigo templo dedicado à sereia Circe. Depois da festa, as pessoas comem pães em forma de círculo ("ciambelle"), relembrando, sem saber, o antigo ritual de celebração da Deusa.
Comemoração budista dos mortos.
27 DE MAIO
Cerimônias noturnas dos jogos tarantinos, em Roma, dedicadas à deusa Proserpina e às Moiras. Também chamadas de Parcas, eram três essas deusas do destino: Lachesis, Clotho e Atropos. O propósito dessas cerimônias era a cura das doenças e dos infortúnios. As Moiras eram as filhas de Nyx, a deusa da noite, tecelãs do destino dos homens. Clotho, a tecelã, tecia o fio da vida com seu fuso mágico; Lachesis, a medidora, o avaliava e media, enquanto Atropos, a inevitável, o cortava com sua tesoura mágica.
Embora identificada, às vezes, com a deusa grega Perséfone, rainha do mundo dos mortos, Proserpina era uma antiga deusa agrária, guardiã das sementes, sendo responsável por elas desde sua germinação até seu apodrecimento. Posteriormente, foi considerada a senhora do mundo subterrâneo, equiparada à deusa grega Perséfone.
Celebrações romanas para Diana, a deusa da Lua, protetora das florestas e dos animais.
Embora identificada, às vezes, com a deusa grega Perséfone, rainha do mundo dos mortos, Proserpina era uma antiga deusa agrária, guardiã das sementes, sendo responsável por elas desde sua germinação até seu apodrecimento. Posteriormente, foi considerada a senhora do mundo subterrâneo, equiparada à deusa grega Perséfone.
Celebrações romanas para Diana, a deusa da Lua, protetora das florestas e dos animais.
26 DE MAIO
Comemoração celta das fontes sagradas, homenageando as deusas Boann, Coventina, Sinann e Sullis.
Fontanália, festa romana que celebrava as deusas das fontes. Antigamente, neste dia, as mulheres limpavam e enfeitavam as fontes com guirlandas de flores e fitas.
Este é um dia propicio para reverenciar os espíritos e as deusas da água. Procure um local onde haja água: uma fonte, rio, lago ou cachoeira. Sente-se confortavelmente e contemple a superfície da água até atingir um profundo estado de relaxamento. Conecte-se aos espíritos e às deusas da água, expondo-lhes seus problemas ou suas dúvidas. Aguarde até perceber alguma imagem ou mensagem refletida na água. Agradeça, ofertando-lhes flores, perfume ou moedas. Leve um pouco da água para purificar seus cristais e os objetos do seu altar.
Festa romana para a deusa Fortuna, senhora do destino dos homens, detentora da energia vital e do poder gerador e procriador.
Celebração da deusa guerreira chinesa Chin Hua Fu Jen.
Fontanália, festa romana que celebrava as deusas das fontes. Antigamente, neste dia, as mulheres limpavam e enfeitavam as fontes com guirlandas de flores e fitas.
Este é um dia propicio para reverenciar os espíritos e as deusas da água. Procure um local onde haja água: uma fonte, rio, lago ou cachoeira. Sente-se confortavelmente e contemple a superfície da água até atingir um profundo estado de relaxamento. Conecte-se aos espíritos e às deusas da água, expondo-lhes seus problemas ou suas dúvidas. Aguarde até perceber alguma imagem ou mensagem refletida na água. Agradeça, ofertando-lhes flores, perfume ou moedas. Leve um pouco da água para purificar seus cristais e os objetos do seu altar.
Festa romana para a deusa Fortuna, senhora do destino dos homens, detentora da energia vital e do poder gerador e procriador.
Celebração da deusa guerreira chinesa Chin Hua Fu Jen.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
25 DE MAIO
Segundo os estudiosos, a trindade feminina precedeu a trindade masculina, tendo sido encontrada na maior parte das religiões e tradições. A tríade milenar Donzela-Mãe-Anciã foi a origem da representação cristã das Três Marias: a Virgem Maria, Maria Madalena e Maria Cléopas.
O festival francês das "Três Marias" é a única celebração antiga da Deusa ainda mantida viva, principalmente pelos ciganos, que vêm de todas as partes da Europa para venerar a tríplice deusa da vida, da beleza e da morte. Procissões de barcos, casamentos, feiras, danças, competições e adivinhações dão um colorido exótico e fascinante aos três dias e três noites das festas de Santa Sara, em Saintes Maries de la Mer.
Cristianizada como Santa Sara, a deusa negra é, na verdade, Sara Kali, assemelhada à deusa hindu Kali em seu aspecto de destruidora. Os ciganos reverenciavam-na como a Senhora do Céu e da Terra, protetora de suas tribos, sincretizada, posteriormente, à Virgem Negra, cujas estátuas ainda existem em inúmeras catedrais europeias.
Honre a sabedoria magica dos ciganos e procure uma cartomante ou quiromante para ler sua sorte ou sua mão. Se preferir, consulte você mesma o baralho cigano, buscando uma orientação para a fase atual de sua vida.
Celebração budista de Tao, a mãe do mundo, o caminho para o amor e a harmonia.
Na Grécia antiga comemorava-se, neste dia, o nascimento de Apolo, o deus solar irmão da deusa Ártemis.
O festival francês das "Três Marias" é a única celebração antiga da Deusa ainda mantida viva, principalmente pelos ciganos, que vêm de todas as partes da Europa para venerar a tríplice deusa da vida, da beleza e da morte. Procissões de barcos, casamentos, feiras, danças, competições e adivinhações dão um colorido exótico e fascinante aos três dias e três noites das festas de Santa Sara, em Saintes Maries de la Mer.
Cristianizada como Santa Sara, a deusa negra é, na verdade, Sara Kali, assemelhada à deusa hindu Kali em seu aspecto de destruidora. Os ciganos reverenciavam-na como a Senhora do Céu e da Terra, protetora de suas tribos, sincretizada, posteriormente, à Virgem Negra, cujas estátuas ainda existem em inúmeras catedrais europeias.
Honre a sabedoria magica dos ciganos e procure uma cartomante ou quiromante para ler sua sorte ou sua mão. Se preferir, consulte você mesma o baralho cigano, buscando uma orientação para a fase atual de sua vida.
Celebração budista de Tao, a mãe do mundo, o caminho para o amor e a harmonia.
Na Grécia antiga comemorava-se, neste dia, o nascimento de Apolo, o deus solar irmão da deusa Ártemis.
24 DE MAIO
Dia consagrado às Três Mães, as deusas celtas doadoras da vida, do crescimento e da morte / transmutação.
Celebração, na antiga Ibéria, das Mães Divinas, conhecidas com vários nomes, dependendo do lugar: Matres Aufaniae, Brigaecae, Galaicae, Monitucinae ou simplesmente as Matronas ou Maters.
Reverencie a Deusa Tríplice, na forma de donzela, mãe ou anciã, de acordo com a manifestação correspondente a seu estágio de vida: juventude, maturidade ou velhice. Acenda uma vela - branca, vermelha ou preta - invoque a Deusa, pedindo-lhe orientação e proteção para a fase atual de sua vida.
Celebração na Grécia do nascimento de Ártemis, a deusa da lua crescente e senhora dos animais, filha de Leto, antiga deusa da noite.
Na Trácia, comemorava-se Bendis, a deusa lunar guardiã da Terra e protetora dos animais, com procissões e corridas de cavalos.
Festival eslavo celebrando a deusa do amor e sexualidade Lada, padroeira da primavera, do casamento, da harmonia tribal e das cerimonias. Seus seguidores confeccionavam imagens de argila na forma de pássaros. Estas imagens eram untadas com mel e oferecidas à deusa, juntamente com seus pedidos.
Celebração, na antiga Ibéria, das Mães Divinas, conhecidas com vários nomes, dependendo do lugar: Matres Aufaniae, Brigaecae, Galaicae, Monitucinae ou simplesmente as Matronas ou Maters.
Reverencie a Deusa Tríplice, na forma de donzela, mãe ou anciã, de acordo com a manifestação correspondente a seu estágio de vida: juventude, maturidade ou velhice. Acenda uma vela - branca, vermelha ou preta - invoque a Deusa, pedindo-lhe orientação e proteção para a fase atual de sua vida.
Celebração na Grécia do nascimento de Ártemis, a deusa da lua crescente e senhora dos animais, filha de Leto, antiga deusa da noite.
Na Trácia, comemorava-se Bendis, a deusa lunar guardiã da Terra e protetora dos animais, com procissões e corridas de cavalos.
Festival eslavo celebrando a deusa do amor e sexualidade Lada, padroeira da primavera, do casamento, da harmonia tribal e das cerimonias. Seus seguidores confeccionavam imagens de argila na forma de pássaros. Estas imagens eram untadas com mel e oferecidas à deusa, juntamente com seus pedidos.
23 DE MAIO
Rosália, o festival das rosas, marcando o início das festividades dedicadas à deusa da vegetação Flora e à deusa do amor Afrodite.
Na Irlanda, antigamente celebrava-se Branwen, a deusa do amor, da sexualidade, da Lua e da noite. Chamada de "seios brancos" ou "vaca prateada", Branwen era semelhante à grega Afrodite. Foi cristianizada como Santa Brynwyn e considerada a padroeira dos namorados.
Celebre você também esta data, dedicando-a si mesma. Enfeite sua casa com flores, acenda velas vermelhas e incenso de rosas no seu quarto e banheiro. Tome um demorado banho de espuma ou com sabonete de rosas. Finalize com um banho de essência de rosas (ou jasmim) e vista uma roupa rosa ou vermelha. Realce sua beleza com seus recursos pessoais e medite um pouco, invocando a energia do amor para sua vida. Saia depois para se divertir, sozinha ou bem acompanhada.
Na Irlanda, antigamente celebrava-se Branwen, a deusa do amor, da sexualidade, da Lua e da noite. Chamada de "seios brancos" ou "vaca prateada", Branwen era semelhante à grega Afrodite. Foi cristianizada como Santa Brynwyn e considerada a padroeira dos namorados.
Celebre você também esta data, dedicando-a si mesma. Enfeite sua casa com flores, acenda velas vermelhas e incenso de rosas no seu quarto e banheiro. Tome um demorado banho de espuma ou com sabonete de rosas. Finalize com um banho de essência de rosas (ou jasmim) e vista uma roupa rosa ou vermelha. Realce sua beleza com seus recursos pessoais e medite um pouco, invocando a energia do amor para sua vida. Saia depois para se divertir, sozinha ou bem acompanhada.
22 DE MAIO
Niman Kachina, celebração dos índios Hopi festejando o retorno dos Kachinas para seu lar dentro da terra. Ao voltarem para sua morada, esses espíritos da natureza levavam consigo as orações e os pedidos do povo para a abundância nas colheitas.
Os Kachinas são espíritos mediadores entre o mundo humano e o espiritual e eram reverenciados com danças em que as pessoas personificavam-nos por meio de mímicas, mascaras e costumes de animais, pássaros, plantas ou dos ancestrais.
Homenageava-se, também, Hahai Wuhti, a mãe dos Kachinas, a "mulher que despeja água", responsável pelas cerimonias e danças.
Na Austrália, celebram-se as irmãs Junkgowa, deusas ancestrais criadoras de todas as formas de vida. Segundo a lenda, elas moravam na Terra dos Espíritos, no Templo dos Sonhos e podiam ser alcançadas por meio de símbolos e rituais. Para agrada-las, as pessoas lhes ofertavam peixe e inhame.
Festa de Santa Rita de Cássia, a padroeira das causas difíceis, modernização de uma antiga deusa da misericórdia.
Festival hindu celebrando as Yakshini, os espíritos femininos das árvores e da atmosfera. Descritas como lindas mulheres vestidas com túnicas transparentes, elas moravam nas árvores, sacudindo-as levemente para que florescessem. Seus companheiros chamavam-se Yaksas e, juntos, cuidavam das árvores e dos seres da natureza.
Os Kachinas são espíritos mediadores entre o mundo humano e o espiritual e eram reverenciados com danças em que as pessoas personificavam-nos por meio de mímicas, mascaras e costumes de animais, pássaros, plantas ou dos ancestrais.
Homenageava-se, também, Hahai Wuhti, a mãe dos Kachinas, a "mulher que despeja água", responsável pelas cerimonias e danças.
Na Austrália, celebram-se as irmãs Junkgowa, deusas ancestrais criadoras de todas as formas de vida. Segundo a lenda, elas moravam na Terra dos Espíritos, no Templo dos Sonhos e podiam ser alcançadas por meio de símbolos e rituais. Para agrada-las, as pessoas lhes ofertavam peixe e inhame.
Festa de Santa Rita de Cássia, a padroeira das causas difíceis, modernização de uma antiga deusa da misericórdia.
Festival hindu celebrando as Yakshini, os espíritos femininos das árvores e da atmosfera. Descritas como lindas mulheres vestidas com túnicas transparentes, elas moravam nas árvores, sacudindo-as levemente para que florescessem. Seus companheiros chamavam-se Yaksas e, juntos, cuidavam das árvores e dos seres da natureza.
21 DE MAIO
Celebração da deusa celta Maeve, originariamente deusa da sabedoria da Terra. Cultuada em Tara, o centro magico da Irlanda, Maeve era uma deusa guerreira, cavalgando cavalos selvagens e vivendo cercada de animais. Dotada de uma intensa sexualidade, ela escolhia à vontade seus amantes e nenhum homem olhava-a sem se apaixonar. Seu nome em celta era Medhbh ou "aquela que intoxica".
Medite e procure visualizar essa deusa fogosa, com o cabelo ruivo coroado com uma tiara e segurando nas mãos uma espada e um escudo. Pergunte a seus pássaros mensageiros o que precisa combater em sua vida e como absorver sua energia para alcançar seus objetivos.
Medite e procure visualizar essa deusa fogosa, com o cabelo ruivo coroado com uma tiara e segurando nas mãos uma espada e um escudo. Pergunte a seus pássaros mensageiros o que precisa combater em sua vida e como absorver sua energia para alcançar seus objetivos.
20 DE MAIO
Celebração da deusa egípcia Satet, a arqueira solar, a caçadora e padroeira das cataratas do Rio Nilo, juntamente com a deusa Anuket. Ela era responsável pelas correntezas do rio, direcionando-as com suas flechas. Podia ser representada como uma mulher coroada, segurando um arco e flecha ou dentro da Árvore da Vida, vertendo água de um vaso.. Esta água ela usava para a purificação dos faraós antes deles entrarem no mundo subterrâneo.
Dia dedicado ao culto de Hebat, a deusa solar da Anatólia, representada como uma mulher forte cavalgando um leão. Mitos posteriores fundiram seu culto ao da deusa hitita Wurusemu, esposa de Taru, o deus do tempo.
Festival de Mjollnir, o martelo mágico de Thor. Deus nórdico da guerra, Thor era filho de Jordh, a Mãe Ursa, deusa da Terra e da natureza. A esposa de Thor era a linda Sif, a deusa dos grãos e do outono, cujo cabelo refletia as cores das folhas.
Dia dedicado ao culto de Hebat, a deusa solar da Anatólia, representada como uma mulher forte cavalgando um leão. Mitos posteriores fundiram seu culto ao da deusa hitita Wurusemu, esposa de Taru, o deus do tempo.
Festival de Mjollnir, o martelo mágico de Thor. Deus nórdico da guerra, Thor era filho de Jordh, a Mãe Ursa, deusa da Terra e da natureza. A esposa de Thor era a linda Sif, a deusa dos grãos e do outono, cujo cabelo refletia as cores das folhas.
19 DE MAIO
Kallynteria e Plyntheria, cerimônias de purificação e louvação da deusa Pallas Athena / Minerva, na antiga Grécia e em Roma. Suas estátuas eram lavadas nos rios ou nos lagos, ficando imersas por um tempo para absorver a energia renovadora da água. Depois, as mulheres vestiam as estátuas com túnicas e adornos novos, levando-as em procissão solene pelas ruas, em total silêncio e reverência. Esta purificação estendia-se às residências, onde os altares familiares e todos os cômodos eram limpos, pintados e redecorados. Varria-se o "velho" e abria-se espaço para um novo ciclo, invocando as bênçãos da Deusa.
Aproveite esta data e faça uma boa limpeza no seu altar. Lave seus cristais, deixando-os imersos em água de chuva ou de fonte ou em água comum com algumas gotas de limão e sete gotas de essência de pinheiro ou eucalipto. Exponha-os à luz do Sol ou da Lua, defume-os com incenso de sálvia ou mirra. Medite a respeito da arrumação de seu altar e troque ou acrescente tudo que for necessário.
Limpe também sua casa, como faziam nossas ancestrais, arejando roupas e calçados, espanando as teias da estagnação e a poeira do passado. Arrume seus armários, desfazendo-se do que não mais necessita ou usa. Abençoe seus utensílios de limpeza (espanadores, vassouras e aspirador) para que possam captar não apenas a sujeira material, mas também a "poeira" astral. Finalize com uma oração para sua própria limpeza psíquica e energética.
Aproveite esta data e faça uma boa limpeza no seu altar. Lave seus cristais, deixando-os imersos em água de chuva ou de fonte ou em água comum com algumas gotas de limão e sete gotas de essência de pinheiro ou eucalipto. Exponha-os à luz do Sol ou da Lua, defume-os com incenso de sálvia ou mirra. Medite a respeito da arrumação de seu altar e troque ou acrescente tudo que for necessário.
Limpe também sua casa, como faziam nossas ancestrais, arejando roupas e calçados, espanando as teias da estagnação e a poeira do passado. Arrume seus armários, desfazendo-se do que não mais necessita ou usa. Abençoe seus utensílios de limpeza (espanadores, vassouras e aspirador) para que possam captar não apenas a sujeira material, mas também a "poeira" astral. Finalize com uma oração para sua própria limpeza psíquica e energética.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
18 DE MAIO
Dia consagrado a Pan, o deus greco-romano da natureza, fertilidade, sexualidade e vigor masculino. Pan era um dos deuses gregos mais antigos, considerado a força vital do mundo, regente dos espíritos da natureza, das florestas e dos animais, protetor dos homens, padroeiro da agricultura e da pecuária, da musica e da dança, além de mestre da cura. Ele tinha, também, seu lado "escuro", causando os medos inexplicáveis e repentinos, a "síndrome de pânico". Pan era representado por uma figura masculina selvagem, peluda, com chifres e cascos, o pênis ereto, tocando uma flauta. Como uma representação explicita da força dos instintos e da potencia sexual, sua imagem foi usada pelo cristianismo para representar o Diabo, figura inexistente nas antigas Escrituras.
Na África, celebração da deusa Ani, a protetora das mulheres e das crianças, padroeira da terra e da agricultura, responsável pelos ciclos da natureza e pela fertilidade humana, animal e vegetal. Seu consorte, Okuke, era o deus da virilidade, da fertilidade e do vigor físico.
Aproveite esta data para reconectar-se à energia telúrica de Pan, reverenciando-o em si (se você for homem), no seu parceiro ou na natureza livre e indômita. Prepare um altar com pinhas, chifres ou cascos de animais, galhos de pinheiros e cachos de uvas. Queime incenso de almíscar, acenda uma vela verde, brinde com vinho e dance ao som de uma flauta de Pan.
Na África, celebração da deusa Ani, a protetora das mulheres e das crianças, padroeira da terra e da agricultura, responsável pelos ciclos da natureza e pela fertilidade humana, animal e vegetal. Seu consorte, Okuke, era o deus da virilidade, da fertilidade e do vigor físico.
Aproveite esta data para reconectar-se à energia telúrica de Pan, reverenciando-o em si (se você for homem), no seu parceiro ou na natureza livre e indômita. Prepare um altar com pinhas, chifres ou cascos de animais, galhos de pinheiros e cachos de uvas. Queime incenso de almíscar, acenda uma vela verde, brinde com vinho e dance ao som de uma flauta de Pan.
17 DE MAIO
Antiga celebração da deusa assíria Sammuramat, a mãe criadora da vida, padroeira do amor, da sexualidade, da fertilidade e dos pássaros. Sua mãe era Derketo, uma sereia, deusa da Lua, da noite e protetora dos animais marinhos. Sammuramat foi descrita pelos gregos como Semíramis, a rainha fundadora da Babilônia, dona dos famosos jardins suspensos, grande estrategista e guerreira. Ela era invocada para favorecer a fertilidade dos homens, dos animais e da terra. Seu pássaro sagrado era a pomba e seus símbolos, as espirais.
Inicio do festival de Dea Dia, antiga deusa romana da agricultura, posteriormente identificada com as deusas Acca Larentia e Ceres. Seu culto incluía rituais complexos, celebrados nos templos em Roma. Eles culminavam no terceiro dia, com uma grande celebração em seu bosque sagrado. As doze sacerdotisas e os doze sacerdotes que efetuavam os rituais eram escolhidos das famílias mais importantes e suas funções eram vitalicias. O bosque de carvalhos e louros era tão sagrado que era proibida a retirada de qualquer galho ou folha. Caso alguma arvore fosse derrubada pelas tempestades, deveriam ser feitos sacrifícios de ovelhas e porcos como forma de ressarcimento.
Nas Filipinas, rituais de fertilidade dedicados à Deusa Mãe, posteriormente transformados nas festas de Santa Clara e da Virgem de Salambao.
Inicio do festival de Dea Dia, antiga deusa romana da agricultura, posteriormente identificada com as deusas Acca Larentia e Ceres. Seu culto incluía rituais complexos, celebrados nos templos em Roma. Eles culminavam no terceiro dia, com uma grande celebração em seu bosque sagrado. As doze sacerdotisas e os doze sacerdotes que efetuavam os rituais eram escolhidos das famílias mais importantes e suas funções eram vitalicias. O bosque de carvalhos e louros era tão sagrado que era proibida a retirada de qualquer galho ou folha. Caso alguma arvore fosse derrubada pelas tempestades, deveriam ser feitos sacrifícios de ovelhas e porcos como forma de ressarcimento.
Nas Filipinas, rituais de fertilidade dedicados à Deusa Mãe, posteriormente transformados nas festas de Santa Clara e da Virgem de Salambao.
16 DE MAIO
Comemoração dos Querubins. Estas antigas deusas protetoras de Canaã, posteriormente transformadas em anjos pelas Escrituras eram, na verdade, seres aladas assexuados. Tanto na Assíria quanto no Egito há representações de seres alados femininos guardando a Árvore do Conhecimento, transformada, depois, nas Escrituras na Arca Sagrada, passando a ser guardada pelos Anjos.
Os "Aeons", anjos gnósticos do "Pensamento Manifestado", eram considerados os criadores da vida. Seu número variava de oito a trinta e eram filhos da deusa Barbelo ou Ennoia.
Festival Savitu Vrata, na Índia, dedicado à deusa Savitri, uma das oito mães divinas, considerada a Mãe Ancestral dos hindus. Segundo o mito, Savitri foi fecundada pelo deus Brahma e sua gestação durou um século. De seu ventre nasceram a musica, a poesia, os anos, os meses, os dias, as quatro eras da criação e a própria morte. Quando chamada de Sata Rupa, "aquela que tem centenas de formas", Savitri era filha de Brahma, sendo a primeira mulher criada e esposa do primeiro homem na Terra.
Os "Aeons", anjos gnósticos do "Pensamento Manifestado", eram considerados os criadores da vida. Seu número variava de oito a trinta e eram filhos da deusa Barbelo ou Ennoia.
Festival Savitu Vrata, na Índia, dedicado à deusa Savitri, uma das oito mães divinas, considerada a Mãe Ancestral dos hindus. Segundo o mito, Savitri foi fecundada pelo deus Brahma e sua gestação durou um século. De seu ventre nasceram a musica, a poesia, os anos, os meses, os dias, as quatro eras da criação e a própria morte. Quando chamada de Sata Rupa, "aquela que tem centenas de formas", Savitri era filha de Brahma, sendo a primeira mulher criada e esposa do primeiro homem na Terra.
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