Neste dia, nos países eslavos, reverenciavam-se os espíritos benevolentes que moravam nas grutas, florestas, campos, jardins ou nas casas. Chamados de Divja Davojke, eles ajudavam as mulheres em suas tarefas caseiras: limpar, cozinhar, moer os grãos ou fiar a lã. Por serem auxiliares preciosos que trabalhavam rápido e sem se cansar jamais, eles eram reconhecidos como protetores, tendo seus lugares prediletos respeitados e reverenciados, periodicamente, com oferendas de pão, mel, queijo, bolo de fubá, lã, moedas e vinho.
Celebração de Blajini na Romênia. Blajini significa seres meigos e, neste dia, eram feitas oferendas de pão fresco e vinho para os seres da natureza e para os espíritos ancestrais.
Celebração da deusa hitita Kait, a guardiã das colheitas e padroeira da agricultura e de Kadi, a deusa assíria da terra e da justiça, invocada em todos os juramentos e contratos.
Dia Mundial da Saúde: ore pela saúde de todos e pela cura das doenças crônicas e letais, pedindo aos anjos da cura e aos seres espirituais que inspirem e iluminem a mente dos cientistas e pesquisadores.
De Mim tudo se origina, a Mim tudo retorna. Diante da minha face sereis envoltos no arrebatamento do Infinito.
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
6 DE ABRIL
Celebração de Tara, a deusa hindu das estrelas, uma das manifestações de Kali como senhora do tempo. Seu simbolo - a estrela - é visto como um elemento de auto-combustão perpétua; por isso, Tara representa a fome insaciável (espiritual e física) que promove toda a vida. Nesta representação, Tara é a deusa do auto-domínio, sendo invocada por seus 108 nomes com um rosário de 108 contas. Ela aparece ou como adolescente ou como barqueira, levando os homens do mundo da ilusão ao do conhecimento. Tara tem cinco manifestações, cada uma com cor e nome específicos - branca, verde, azul, amarela e vermelha - sempre representando a Mãe Divina.
Festival Ching Ming, dedicado à deusa Kwan Yin ou Guanyin, a mãe da bondade, compaixão, saúde, cura e bem-estar. Preocupada com o bem da humanidade, Kwan Yin abriu mão de sua condição de bodhisattva (ser iluminado) para permanecer na Terra até a iluminação de todos os seres humanos.
No França, festival da primavera dedicado às crianças. As pessoas colocavam barquinhos de madeira com velas acesas nos rios para celebrar a vida renovada, pedindo às divindades um rumo certo para seu destino e proteção para seus filhos.
Festival Ching Ming, dedicado à deusa Kwan Yin ou Guanyin, a mãe da bondade, compaixão, saúde, cura e bem-estar. Preocupada com o bem da humanidade, Kwan Yin abriu mão de sua condição de bodhisattva (ser iluminado) para permanecer na Terra até a iluminação de todos os seres humanos.
No França, festival da primavera dedicado às crianças. As pessoas colocavam barquinhos de madeira com velas acesas nos rios para celebrar a vida renovada, pedindo às divindades um rumo certo para seu destino e proteção para seus filhos.
5 DE ABRIL
No Japão, dia de se reverenciar a deusa Kwannon, equivalente da deusa chinesa Kwan Yin, com oferendas de flores, velas violetas e incenso de lótus em homenagem aos ancestrais. Para invocar suas bençãos de proteção, cura, amor e sabedoria, escreviam-se pedidos em rolos de papel de arroz, colocando-os nos altares de seus templos.
Em Roma, festa da deusa Fortuna, senhora da boa sorte e da abundância, padroeira dos jogadores, invocada por eles antes de apostarem.
Em Roma, festa da deusa Fortuna, senhora da boa sorte e da abundância, padroeira dos jogadores, invocada por eles antes de apostarem.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
4 DE ABRIL
Começo de Megalésia, o antigo festival romano de Cibele, a Magna Mater, a Grande Mãe e Mãe Terra, a deusa da vegetação e da fertilidade. Seu culto originou-se na Frigia, na Anatólia, atravessando o Mediterrâneo até chegar em Roma. Cibele era representada como uma mulher madura, de seios volumosos, coroada de flores e espigas de cereais, vestida com uma túnica multicolorida e carregando um molho de chaves na mão. Às vezes, aparecia cercada de leões ou segurando nas mãos várias serpentes. Segundo a lenda, ela apaixonou-se por um jovem - Attis - que a traiu. Ao saber disso, ela o castigou, enlouquecendo-o. Em uma das suas crises de loucura, Attis castrou-se e sangrou até morrer. Cibele, condoída com sua morte, transformou-o em um pinheiro e de seu sangue nasceram violetas. Anualmente, ao chegar a primavera, Attis renascia e Cibele, feliz com seu retorno, fertilizava a Terra, enchendo-a de folhas e flores.
O templo de Cibele, em Roma, foi transformado pela Igreja Católica na atual Basílica de São Pedro, no século IV, quando uma seita de cristãos montanheses, que ainda veneravam Cibele e admitiam mulheres como sacerdotes, foi declarada herética, sendo abolida e seus seguidores queimados vivos.
O templo de Cibele, em Roma, foi transformado pela Igreja Católica na atual Basílica de São Pedro, no século IV, quando uma seita de cristãos montanheses, que ainda veneravam Cibele e admitiam mulheres como sacerdotes, foi declarada herética, sendo abolida e seus seguidores queimados vivos.
3 DE ABRIL
Nascimento de Buda, o príncipe Sidarta Gautama que, depois de iluminado, fundou o budismo baseado em quatro famosas verdades:
1- a existência da dor;
2- a causa da existência da dor;
3- a destruição da causa da existência da dor e
4- o caminho que leva à destruição da causa do sofrimento
Festa romana de Florália, dedicada a Flora, a deusa das sementes, das flores e dos frutos.
Em Roma, celebração da deusa Prosérpina em seu aspecto de donzela da primavera e regente da vegetação.
Festa da deusa hindu Mulaprakriti, a Mãe Primordial, manifestada em seus três aspectos como Shakti, Prakriti e Maya.
Na antiga Pérsia, neste dia, ofereciam-se cestas com sementes germinadas às Divindades das Águas, jogando-as nos rios na esperança de que os azares e as mazelas do ano anterior fossem levadas água abaixo.
1- a existência da dor;
2- a causa da existência da dor;
3- a destruição da causa da existência da dor e
4- o caminho que leva à destruição da causa do sofrimento
Festa romana de Florália, dedicada a Flora, a deusa das sementes, das flores e dos frutos.
Em Roma, celebração da deusa Prosérpina em seu aspecto de donzela da primavera e regente da vegetação.
Festa da deusa hindu Mulaprakriti, a Mãe Primordial, manifestada em seus três aspectos como Shakti, Prakriti e Maya.
Na antiga Pérsia, neste dia, ofereciam-se cestas com sementes germinadas às Divindades das Águas, jogando-as nos rios na esperança de que os azares e as mazelas do ano anterior fossem levadas água abaixo.
terça-feira, 2 de abril de 2013
2 DE ABRIL
Antigas celebrações celtas para as divindades solares - as deusas Aine e Brighid e os deuses Bel e Lleu -, cujos símbolos eram a suástica ou a cruz solar, o triskelion (símbolo da tríade) e os círculos, representando o ciclo solar, a renovação da vida e o poder de transmutação. Neste dia, "descarregavam-se" os resíduos do inverno queimando, em fogueiras feitas com madeiras sagradas, bonecos de palha representando o inverno e a morte ou afogando-os nos rios consagrados a estas divindades.
Festa de A-Ma, em Macau, reverenciando a deusa lunar portuguesa protetora dos pescadores, invocada para garantir a boa pesca.
Celebração na antiga Escandinavia de Vovó Amma, a deusa protetora dos marinheiros vikings e de suas famílias.
Dia da "Batalha das Flores", na França, quando as pessoas andavam com cestos de flores, jogando-as para o alvo de suas conquistas.
No Ruz, o Ano Novo Zoroastriano celebra Ahura Mazda, o deus da sabedoria, da renovação da vida e dos bons influxos para o ano que se inicia. As pessoas vestiam roupas novas e trocavam presentes entre si, festejando ao redor de fogueiras com comidas tradicionais. As crianças recebiam moedas, ovos pintados, nozes e doces.
Festa de A-Ma, em Macau, reverenciando a deusa lunar portuguesa protetora dos pescadores, invocada para garantir a boa pesca.
Celebração na antiga Escandinavia de Vovó Amma, a deusa protetora dos marinheiros vikings e de suas famílias.
Dia da "Batalha das Flores", na França, quando as pessoas andavam com cestos de flores, jogando-as para o alvo de suas conquistas.
No Ruz, o Ano Novo Zoroastriano celebra Ahura Mazda, o deus da sabedoria, da renovação da vida e dos bons influxos para o ano que se inicia. As pessoas vestiam roupas novas e trocavam presentes entre si, festejando ao redor de fogueiras com comidas tradicionais. As crianças recebiam moedas, ovos pintados, nozes e doces.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
1º DE ABRIL
Festival romano Venerália, dedicado à deusa Vênus, padroeira da beleza e do amor, As mulheres lavavam suas estatuas e adornavam-nas com jóias e flores, queimando incenso e orando para ter alegrias e boa sorte no amor.
Celebrações greco-romanas, apenas para as mulheres, dedicadas às deusas Fortuna Virilis e Concórdia. Invocavam-se as bençãos das deusas para ter sorte no amor, melhorar a relação com os homens e garantir a harmonia nas famílias.
Na Irlanda, celebrava-se neste dia Blathnat, a "pequena flor", antiga deusa da sexualidade e da morte, versão da deusa galesa Blodewedd.
Comemoração da deusa lunar Hathor, no Egito.
Celebração da deusa da morte e transmutação Kali, na Índia.
Dia dos Bobos na Europa e nos países colonizados pelos europeus. Segundo os historiadores, o Dia dos Bobos teve origem na mudança do calendário, quando o Ano Novo foi transferido de 21 de Março, no equinócio da primavera, para 1º de Janeiro. Muitas pessoas não gostaram dessa mudança, recusando-se a aceitá-la. Em conseqüência, sua teimosia passou a ser motivo de brincadeiras e piadas para os outros.
Os franceses chamam o 1º de Abril de "Dia dos Peixes", devido ao aumento dos peixes pescados nessa época do ano e dos incautos fisgados pelas "peças" dos amigos.
Nos países nórdicos, o Dia da Mentira e dos Bobos é regido pelo deus trapaceiro Loki. Neste dia, é permitido fazer brincadeiras e "pregar peças" nos desavisados até o meio-dia. Esse costume originou-se nos tempos antigos, quando era permitida a saída dos pacientes internados em hospícios ou manicômios, deixando-os soltos nas ruas durante um dia por ano para a diversão sádica daqueles considerados "normais".
Celebrações greco-romanas, apenas para as mulheres, dedicadas às deusas Fortuna Virilis e Concórdia. Invocavam-se as bençãos das deusas para ter sorte no amor, melhorar a relação com os homens e garantir a harmonia nas famílias.
Na Irlanda, celebrava-se neste dia Blathnat, a "pequena flor", antiga deusa da sexualidade e da morte, versão da deusa galesa Blodewedd.
Comemoração da deusa lunar Hathor, no Egito.
Celebração da deusa da morte e transmutação Kali, na Índia.
Dia dos Bobos na Europa e nos países colonizados pelos europeus. Segundo os historiadores, o Dia dos Bobos teve origem na mudança do calendário, quando o Ano Novo foi transferido de 21 de Março, no equinócio da primavera, para 1º de Janeiro. Muitas pessoas não gostaram dessa mudança, recusando-se a aceitá-la. Em conseqüência, sua teimosia passou a ser motivo de brincadeiras e piadas para os outros.
Os franceses chamam o 1º de Abril de "Dia dos Peixes", devido ao aumento dos peixes pescados nessa época do ano e dos incautos fisgados pelas "peças" dos amigos.
Nos países nórdicos, o Dia da Mentira e dos Bobos é regido pelo deus trapaceiro Loki. Neste dia, é permitido fazer brincadeiras e "pregar peças" nos desavisados até o meio-dia. Esse costume originou-se nos tempos antigos, quando era permitida a saída dos pacientes internados em hospícios ou manicômios, deixando-os soltos nas ruas durante um dia por ano para a diversão sádica daqueles considerados "normais".
ABRIL
Originariamente inspirado em Afrodite, a deusa grega da vida e do amor, o nome deste mês foi posteriormente adaptado pelos romanos para Aprilis, "o tempo das flores e folhas em botão". A palavra "aperire" significava abrir, lembrando o atributo menos conhecido desta deusa: o de guardiã do portal da vida. Ela era representada nua, com as mãos apontando para seus órgãos genitais, a passagem que permite à alma "abrir a porta da vida".
Abril é o mês de abertura no hemisfério nórdico: abertura da terra, para receber as sementes; das sementes, que germinam e dos botões, que se abrem em flor.
O nome anglo-saxão deste mês era Easter Monath, que até hoje é mantido na palavra Easter (Páscoa). Reverenciava-se a deusa da primavera e da fertilidade Eostre, assemelhada a Afrodite. Na Irlanda, este mês era chamado Aibreau e na tradição Asatru (nórdica), Ostara.
No calendário sagrado druídico, a letra Ogham correspondente é Huathe, a árvore sagrada é o espinheiro e o lema é "juntar forças para ir adiante".
A pedra sagrada deste mês é o diamante e as divindades regentes são as deusas Afrodite, Flora, Perséfone, Cibele, Kwan Yin, Ártemis, Bau, Anahit, Coatlicue, Mayahuel, Bast, Hathor, Ishtar e o Deus Verde da vegetação.
Os povos nativos tinham vários nomes para este mês: Lua da Semente, Lua do Plantio, Lua das Árvores em Botão, Lua do Semeador, Lua da Lebre, Lua da Relva Verde, Lua das Árvores que Crescem, Lua Cor-de-Rosa, Mês do Crescimento.
Neste mês, havia inúmeras celebrações e comemorações nas tradições e culturas antigas.
Em Roma, a Festa de Megalésia festejava Cibele, a deusa da terra, cujo culto veio da Asia Menor, onde era venerada como a Grande Mãe. O Festival romano de Florália celebrava a deusa das flores e da alegria Flora, enquanto o Festival Cereália comemorava o retorno da deusa Prosérpina do mundo subterrâneo e a alegria de sua mãe, Ceres, enchendo a Terra de folhas e flores. As mulheres romanas homenageavam a deusa Fortuna Virilis para ter sorte no amor.
Em Canaã e na Fenícia, reverenciava-se a deusa lunar ornada de chifres Anahita ou Anat e Anait, enquanto nos países celtas celebravam-se as deusas solares Aine e Brighid.
Atualmente, o Festival Japonês das Flores festeja o nascimento de Buda mas, na tradição shintoísta, cultuavam-se os ancestrais, adornando suas lapides com flores.
Nos países nórdicos, 1º de abril é dedicado ao deus trapaceiro Loki e é considerado o Dia da Mentira e dos Bobos. Em vários países, O Dia do Bobo permite brincadeiras e piadas, em lembrança da mudança do calendário e da saída dos pacientes internados em hospícios para desfrutarem de liberdade.
No Egito, comemorava-se Bast, a deusa solar com cabeça de gato. No hemisfério sul, os incas tinham o Festival Camay Inca Raymi.
A última noite deste mês é uma data muito importante na tradição Wicca: celebra-se o Sabbat Beltaine, reencenando o casamento sagrado da Deusa da Terra com o Deus da Vegetação.
Mesmo estando no hemisfério sul, em um país tropical com estações invertidas, você pode usar a antiga egrégora deste mês para avaliar e renovar as sementes de seus projetos e empreendimentos. Cuide de seu jardim (exterior ou interior), abra as portas para o florescimento, celebre a beleza e o amor, inicie uma nova etapa para o seu crescimento.
Abril é o mês de abertura no hemisfério nórdico: abertura da terra, para receber as sementes; das sementes, que germinam e dos botões, que se abrem em flor.
O nome anglo-saxão deste mês era Easter Monath, que até hoje é mantido na palavra Easter (Páscoa). Reverenciava-se a deusa da primavera e da fertilidade Eostre, assemelhada a Afrodite. Na Irlanda, este mês era chamado Aibreau e na tradição Asatru (nórdica), Ostara.
No calendário sagrado druídico, a letra Ogham correspondente é Huathe, a árvore sagrada é o espinheiro e o lema é "juntar forças para ir adiante".
A pedra sagrada deste mês é o diamante e as divindades regentes são as deusas Afrodite, Flora, Perséfone, Cibele, Kwan Yin, Ártemis, Bau, Anahit, Coatlicue, Mayahuel, Bast, Hathor, Ishtar e o Deus Verde da vegetação.
Os povos nativos tinham vários nomes para este mês: Lua da Semente, Lua do Plantio, Lua das Árvores em Botão, Lua do Semeador, Lua da Lebre, Lua da Relva Verde, Lua das Árvores que Crescem, Lua Cor-de-Rosa, Mês do Crescimento.
Neste mês, havia inúmeras celebrações e comemorações nas tradições e culturas antigas.
Em Roma, a Festa de Megalésia festejava Cibele, a deusa da terra, cujo culto veio da Asia Menor, onde era venerada como a Grande Mãe. O Festival romano de Florália celebrava a deusa das flores e da alegria Flora, enquanto o Festival Cereália comemorava o retorno da deusa Prosérpina do mundo subterrâneo e a alegria de sua mãe, Ceres, enchendo a Terra de folhas e flores. As mulheres romanas homenageavam a deusa Fortuna Virilis para ter sorte no amor.
Em Canaã e na Fenícia, reverenciava-se a deusa lunar ornada de chifres Anahita ou Anat e Anait, enquanto nos países celtas celebravam-se as deusas solares Aine e Brighid.
Atualmente, o Festival Japonês das Flores festeja o nascimento de Buda mas, na tradição shintoísta, cultuavam-se os ancestrais, adornando suas lapides com flores.
Nos países nórdicos, 1º de abril é dedicado ao deus trapaceiro Loki e é considerado o Dia da Mentira e dos Bobos. Em vários países, O Dia do Bobo permite brincadeiras e piadas, em lembrança da mudança do calendário e da saída dos pacientes internados em hospícios para desfrutarem de liberdade.
No Egito, comemorava-se Bast, a deusa solar com cabeça de gato. No hemisfério sul, os incas tinham o Festival Camay Inca Raymi.
A última noite deste mês é uma data muito importante na tradição Wicca: celebra-se o Sabbat Beltaine, reencenando o casamento sagrado da Deusa da Terra com o Deus da Vegetação.
Mesmo estando no hemisfério sul, em um país tropical com estações invertidas, você pode usar a antiga egrégora deste mês para avaliar e renovar as sementes de seus projetos e empreendimentos. Cuide de seu jardim (exterior ou interior), abra as portas para o florescimento, celebre a beleza e o amor, inicie uma nova etapa para o seu crescimento.
domingo, 31 de março de 2013
31 DE MARÇO
Na Ibéria, comemoração antiga de Dana, a divindade suprema do panteão celta, mãe dos deuses e dos homens, senhora da luz e do fogo. Ela garantia a seus fiéis a segurança material, a proteção e a justiça. Dana ou Danu, também era conhecida sob outros nomes: Almha, Becuma, Birog ou Buan-ann, de acordo com o lugar de seu culto. No norte da Espanha continuou a ser cultuada como Maria, a Señora de Amboto.
Na Irlanda, neste dia, celebrava-se a deusa da prosperidade e abundância Anu ou Danu, cujo local sagrado - "Paps of Anu" - reproduzia os fartos seios da deusa, na forma de duas colinas no condado de Kerry.
Os celtas acreditavam que dava azar emprestar ou pegar dinheiro emprestado neste dia por prejudicar os influxos de prosperidade. Uma simpatia mandava congelar uma moeda, fazendo um encantamento para proteger os ganhos e evitar os gastos.
Celebração da deusa lunar romana Luna, a senhora da Lua e regente dos meses. A ela era dedicada a regência dos meses e das estações, sendo também conhecida sob os nomes Diana, Selene ou Levanah.
Aproveite a data e faça uma meditação ao ar livre, "banhando-se" na luz prateada da Lua e pedindo à deusa Luna inspiração, intuição, criatividade e harmonia física, mental, emocional e espiritual. Asse alguns biscoitos em forma de meia-lua, coma alguns e ofereça treze deles à deusa Luna: treze é o número sagrado da Lua, representando a boa sorte, a realização e a prosperidade.
Na Irlanda, neste dia, celebrava-se a deusa da prosperidade e abundância Anu ou Danu, cujo local sagrado - "Paps of Anu" - reproduzia os fartos seios da deusa, na forma de duas colinas no condado de Kerry.
Os celtas acreditavam que dava azar emprestar ou pegar dinheiro emprestado neste dia por prejudicar os influxos de prosperidade. Uma simpatia mandava congelar uma moeda, fazendo um encantamento para proteger os ganhos e evitar os gastos.
Celebração da deusa lunar romana Luna, a senhora da Lua e regente dos meses. A ela era dedicada a regência dos meses e das estações, sendo também conhecida sob os nomes Diana, Selene ou Levanah.
Aproveite a data e faça uma meditação ao ar livre, "banhando-se" na luz prateada da Lua e pedindo à deusa Luna inspiração, intuição, criatividade e harmonia física, mental, emocional e espiritual. Asse alguns biscoitos em forma de meia-lua, coma alguns e ofereça treze deles à deusa Luna: treze é o número sagrado da Lua, representando a boa sorte, a realização e a prosperidade.
30 DE MARÇO
Comemoração de Melissa, a deusa grega das abelhas. Considerada um dos aspectos da deusa Afrodite, cujo fetiche era um favo de mel, seu nome era atribuído também às sacerdotisas das deusas Deméter e Ártemis. Segundo uma lenda, Melissa tinha sido uma princesa cretense que tinha alimentado Zeus, quando criança, com mel colhido das flores. Após sua morte, Zeus transformou Melissa em abelha, como gratidão por sua dedicação.
Celebração persa do Ano Novo, festejando o casamento sagrado da Deusa e do Deus e a criação da raça humana. Antigamente, neste dia, acendiam-se fogueiras e realizavam-se rituais de fertilidade utilizando ovos e espelhos.
Na Babilônia, festa para a deusa Bau, a Grande Mãe, senhora das águas primordiais e do espaço cósmico.
Celebração persa do Ano Novo, festejando o casamento sagrado da Deusa e do Deus e a criação da raça humana. Antigamente, neste dia, acendiam-se fogueiras e realizavam-se rituais de fertilidade utilizando ovos e espelhos.
Na Babilônia, festa para a deusa Bau, a Grande Mãe, senhora das águas primordiais e do espaço cósmico.
29 DE MARÇO
Delphinia ou Ártemis Soteira, celebração grega da deusa virgem lunar Ártemis, protetora dos recém-nascidos e dos animais.
Comemoração de Druantia, a deusa celta da fertilidade, da paixão e da sexualidade. Era tida como a Senhora das Arvores, sendo-lhe creditada a invenção do "Calendário das Arvores", o poder do conhecimento e da criatividade. Os Druidas, posteriormente, associaram este calendário ao alfabeto ogâmico, criado pelo deus Ogma, bardo da tribo dos seres sobrenaturais Tuatha de Danann detentor da eloqüência e inspiração artística.
Festival de Ishtar, a versão assíria da deusa suméria Inanna, contendo em si a complexidade das qualidades femininas: a alegre donzela, a mãe benevolente, a guerreira altiva, a amante instável, a conselheira sábia e a anciã severa.
Invoque a deusa Ishtar ao cair da noite, procurando conectar-se ao planeta Vênus. Medite sobre a forma como você está vivendo sua feminilidade. Reforce aqueles atributos que lhe são necessários em sua fase atual, preservando sempre sua independência e auto-suficiência.
Comemoração de Druantia, a deusa celta da fertilidade, da paixão e da sexualidade. Era tida como a Senhora das Arvores, sendo-lhe creditada a invenção do "Calendário das Arvores", o poder do conhecimento e da criatividade. Os Druidas, posteriormente, associaram este calendário ao alfabeto ogâmico, criado pelo deus Ogma, bardo da tribo dos seres sobrenaturais Tuatha de Danann detentor da eloqüência e inspiração artística.
Festival de Ishtar, a versão assíria da deusa suméria Inanna, contendo em si a complexidade das qualidades femininas: a alegre donzela, a mãe benevolente, a guerreira altiva, a amante instável, a conselheira sábia e a anciã severa.
Invoque a deusa Ishtar ao cair da noite, procurando conectar-se ao planeta Vênus. Medite sobre a forma como você está vivendo sua feminilidade. Reforce aqueles atributos que lhe são necessários em sua fase atual, preservando sempre sua independência e auto-suficiência.
sábado, 30 de março de 2013
28 DE MARÇO
Dia de Kwan Yin, na China e no Japão, a protetora dos lares e deusa da compaixão, da cura, da bondade e da felicidade. Kwan Yin é um "bodhisattwa" feminino, o equivalente chinês da Virgem Maria. Seu nome significa "aquela que ouve o choro do mundo", atendendo a cada oração que lhe é enviada. Ao pronunciar-se seu nome, alcança-se alívio para as dores físicas e morais. Seus seguidores não comem carne e não praticam nenhum ato de violência, vivendo de forma harmônica, fazendo caridade. As estátuas de Kwan Yin representam-na segurando galhos de salgueiro ou coberta de jóias; seus gestos são de generosidade e banimento dos medos e dificuldades. As pessoas usam suas estatuetas para meditação, repetindo constantemente seu nome para atrair seus dons de paz e compaixão.
Na Índia, celebração da deusa da sabedoria Sarasvati, a protetora dos nascimentos e das mulheres, senhora do conhecimento, da fertilidade e da prosperidade. Como padroeira de todas as artes, ela era reverenciada pelos artistas e poetas com oferendas de frutas, flores e incenso, pedindo-lhe o dom da criatividade e da eloqüência.
Antigamente na China, reverenciava-se também Tou Mou, a "Escrivã do Céu". Ela julgava todos os atos dos homens, registrando as datas importantes de suas vidas e anotando os reinos e as atribuições das divindades dos Nove Céus.
Na Índia, celebração da deusa da sabedoria Sarasvati, a protetora dos nascimentos e das mulheres, senhora do conhecimento, da fertilidade e da prosperidade. Como padroeira de todas as artes, ela era reverenciada pelos artistas e poetas com oferendas de frutas, flores e incenso, pedindo-lhe o dom da criatividade e da eloqüência.
Antigamente na China, reverenciava-se também Tou Mou, a "Escrivã do Céu". Ela julgava todos os atos dos homens, registrando as datas importantes de suas vidas e anotando os reinos e as atribuições das divindades dos Nove Céus.
27 DE MARÇO
Festival de Gauri, a deusa hindu da abundância, padroeira dos casamentos. No Rajastão, as mulheres carregam suas estátuas para os rios, dançando ao seu redor e pedindo abundância nas colheitas. Sua cor sagrada é o amarelo do Sol, do trigo e do milho maduro. Acredita-se que, para atrair sua proteção e a boa sorte para os relacionamentos, devem lhe ser ofertados doces, comendo-se um deles ao deitar para atrair doçura em sua vida.
Antigamente, nos países do Mediterrâneo, homenageava-se Athana Lindia, deusa ancestral que representava a fertilidade das colheitas e a paz nas comunidades. Precursora de Deméter e Ceres, ela personificava a prosperidade cultural oriunda da segurança material. Suas esculturas era feitas com um tronco de árvore, realçando-se apenas sua cabeça - que era adornada com as insígnias de sua cidade natal - e seu pescoço, ao redor do qual eram colocadas várias guirlandas de espigas e de flores.
Celebração romana do deus do vinho e da fertilidade Liber Pater, com libações e ritos de passagem para a entrada dos rapazes na sociedade dos adultos, havendo a troca de suas túnicas púrpuras pelas brancas. É uma data propícia às reuniões e ritos de passagem masculinos.
Antigamente, nos países do Mediterrâneo, homenageava-se Athana Lindia, deusa ancestral que representava a fertilidade das colheitas e a paz nas comunidades. Precursora de Deméter e Ceres, ela personificava a prosperidade cultural oriunda da segurança material. Suas esculturas era feitas com um tronco de árvore, realçando-se apenas sua cabeça - que era adornada com as insígnias de sua cidade natal - e seu pescoço, ao redor do qual eram colocadas várias guirlandas de espigas e de flores.
Celebração romana do deus do vinho e da fertilidade Liber Pater, com libações e ritos de passagem para a entrada dos rapazes na sociedade dos adultos, havendo a troca de suas túnicas púrpuras pelas brancas. É uma data propícia às reuniões e ritos de passagem masculinos.
26 DE MARÇO
Dia do Arado nos países nórdicos.
Celebração de Mati Syra Zemlja, a Mãe Terra dos países eslavos. Até este dia era proibido arar a terra, cavar buracos ou bater estacas, para não machucar o ventre grávido da Mãe Terra. Honrava-se a Grande Mãe como fonte de vida, de força, de poder e abundância, fazendo-se juramentos e promessas em seu nome. Nos casamentos colocava-se terra sobre a cabeça dos noivos que, em seguida, engoliam um pouco dela e faziam suas promessas. Para saber como seria a colheita, cavava-se um buraco e procurava-se ouvir o som da terra: o som cheio anunciava fartura; o som oco, perdas. Era considerado um sacrilégio cuspir na terra e, se alguém assim o fizesse, deveria pedir perdão imediatamente. Na Rússia, suas celebrações perduraram até meados do século XX.
Dia da Solidão na tradição Wicca e neopagã. Recomenda-se passar o dia ou parte dele, em isolamento, recolhimento e meditação, procurando o contato com o Eu Superior. Caminhe na mata ou à beira-mar, ouça a Natureza e sinta o contato com a Mãe Terra, percebendo sua pulsação sincronizada à batida de seu próprio coração.
Celebração de Mati Syra Zemlja, a Mãe Terra dos países eslavos. Até este dia era proibido arar a terra, cavar buracos ou bater estacas, para não machucar o ventre grávido da Mãe Terra. Honrava-se a Grande Mãe como fonte de vida, de força, de poder e abundância, fazendo-se juramentos e promessas em seu nome. Nos casamentos colocava-se terra sobre a cabeça dos noivos que, em seguida, engoliam um pouco dela e faziam suas promessas. Para saber como seria a colheita, cavava-se um buraco e procurava-se ouvir o som da terra: o som cheio anunciava fartura; o som oco, perdas. Era considerado um sacrilégio cuspir na terra e, se alguém assim o fizesse, deveria pedir perdão imediatamente. Na Rússia, suas celebrações perduraram até meados do século XX.
Dia da Solidão na tradição Wicca e neopagã. Recomenda-se passar o dia ou parte dele, em isolamento, recolhimento e meditação, procurando o contato com o Eu Superior. Caminhe na mata ou à beira-mar, ouça a Natureza e sinta o contato com a Mãe Terra, percebendo sua pulsação sincronizada à batida de seu próprio coração.
domingo, 24 de março de 2013
25 DE MARÇO
Festa da Anunciação, celebrando a concepção de Jesus. Antigamente, considerava-se esta data como a Criação do Mundo e reverenciava-se a Deusa, a senhora da vida.
Fim do antigo festival romano da alegria Hilária. Comemorava-se o triunfo da luz sobre a escuridão e a alegria pleo renascimento da vegetação na primavera. No final das festividades, faziam-se lavagens ritualísticas das casas e dos templos.
Essa celebração tem origem em um antigo festival da Anatólia, dedicado à ressurreição de Attis, o amado da deusa Cibele.
Celebração, na Pérsia, da deusa da fortuna e prosperidade Ashisti Vanuhi, invocada por aqueles que estavam em dificuldades materiais.
Comemoração do deus Marte e de sua consorte, a deusa Néris.
Fim do antigo festival romano da alegria Hilária. Comemorava-se o triunfo da luz sobre a escuridão e a alegria pleo renascimento da vegetação na primavera. No final das festividades, faziam-se lavagens ritualísticas das casas e dos templos.
Essa celebração tem origem em um antigo festival da Anatólia, dedicado à ressurreição de Attis, o amado da deusa Cibele.
Celebração, na Pérsia, da deusa da fortuna e prosperidade Ashisti Vanuhi, invocada por aqueles que estavam em dificuldades materiais.
Comemoração do deus Marte e de sua consorte, a deusa Néris.
24 DE MARÇO
Em Roma, comemoração da deusa Cibele, a Grande Mãe. Originária da Frígia, na Anatólia, seu culto atravessou o Mediterrâneo. Era representada como uma mulher madura, com grandes seios, coroada com espigas de trigo, vestida com flores e folhas e carregando várias chaves. Era a deusa da fertilidade, da vida, da morte, da sabedoria e dos mistérios sagrados.
Celebração da deusa Prytania ou Britannia, a padroeira de Albion (Grã-Bretanha), cuja imagem aparece nas moedas inglesas.
Na Irlanda, reverenciava-se Emer, a deusa da luz solar, da beleza e do conhecimento. Emer representava todas as virtudes femininas, como a beleza, a eloquência, o talento artístico e musical, a suavidade, a lealdade e a sabedoria. Pedida em casamento pelo herói Cuchulain, ela disse que apenas aceitaria mediante provas de coragem, lealdade e responsabilidade.
Dia dedicado a Heimdall, o deus nórdico guardião de Byfrost, a Ponde do Arco-Iris, que liga o mundo dos homens ao mundo dos Deuses.
Dia do Arcanjo Gabriel, o protetor das mulheres que desejam engravidar e das almas dos fetos.
Celebração da deusa Prytania ou Britannia, a padroeira de Albion (Grã-Bretanha), cuja imagem aparece nas moedas inglesas.
Na Irlanda, reverenciava-se Emer, a deusa da luz solar, da beleza e do conhecimento. Emer representava todas as virtudes femininas, como a beleza, a eloquência, o talento artístico e musical, a suavidade, a lealdade e a sabedoria. Pedida em casamento pelo herói Cuchulain, ela disse que apenas aceitaria mediante provas de coragem, lealdade e responsabilidade.
Dia dedicado a Heimdall, o deus nórdico guardião de Byfrost, a Ponde do Arco-Iris, que liga o mundo dos homens ao mundo dos Deuses.
Dia do Arcanjo Gabriel, o protetor das mulheres que desejam engravidar e das almas dos fetos.
23 DE MARÇO
No Egito, comemoração de Maat, a deusa da justiça e da verdade, guardiã da balança que analisava a pureza dos corações dos mortos, comparando-os à pena de avestruz de sua tiara.
Homenageava-se, também, Shait, a deusa egípcia do destino que acompanhava todas as pessoas, desde seu nascimento, observando suas virtudes e seus vícios, seus erros e suas realizações. Era Shait quem dava a sentença no julgamento final, após a avaliação da alma por Maat. Essa sentença era definitiva, sendo baseada na observação contínua e escrupulosa da vida do falecido.
Encerramento das celebrações de Athena / Minerva, Quintaria. Iniciadas no dia 19, consistiam de corridas, competições esportivas e musicais, peças de teatro e procissões com tochas. No final, os vencedores eram coroados com ramos de oliveira e a estátua da deusa era vestida com uma nova vestimenta ("peplum"), tecida pelas jovens ninfas.
Danças romanas Salii para expulsar os espíritos maléficos do inverno e estimular o crescimento das plantas com rituais mágicos.
Homenageava-se, também, Shait, a deusa egípcia do destino que acompanhava todas as pessoas, desde seu nascimento, observando suas virtudes e seus vícios, seus erros e suas realizações. Era Shait quem dava a sentença no julgamento final, após a avaliação da alma por Maat. Essa sentença era definitiva, sendo baseada na observação contínua e escrupulosa da vida do falecido.
Encerramento das celebrações de Athena / Minerva, Quintaria. Iniciadas no dia 19, consistiam de corridas, competições esportivas e musicais, peças de teatro e procissões com tochas. No final, os vencedores eram coroados com ramos de oliveira e a estátua da deusa era vestida com uma nova vestimenta ("peplum"), tecida pelas jovens ninfas.
Danças romanas Salii para expulsar os espíritos maléficos do inverno e estimular o crescimento das plantas com rituais mágicos.
22 DE MARÇO
Celebração de Bast, a deusa solar egípcia com cabeça de gato e padroeira dos gatos, um dos animais mais sagrados para os egípcios. Ao morrerem, todos os gatos eram embalsamados e depois enterrados na cidade sagrada de Bubastis, dedicada ao culto da deusa Bast.
Começava neste dia, em Roma, o festival do riso Hilária. As pessoas se alegravam, iam aos espetáculos e aos jogos esportivos. Esse festival originou-se nos antigos rituais da deusa Cibele, celebrando a ressurreição da Terra na primavera.
Celebração da deusa Ininni da Mesopotâmia. Uma antiga Deusa Mãe, Ininni brilhava com a luz do planeta Vênus e regia a água e a natureza na Terra. Apesar dessa energia venusiana, ela tinha também um aspecto marcial, como padroeira da guerra e dos répteis.
Dia consagrado à deusa hitita da sexualidade e do amor Inara, a esposa do deus do trovão Hooke.
Comemoração de Marzenna, antigo festival da primavera na Polônia, celebrando com cantos, danças e fogueiras, festejando o renascimento da natureza.
Começava neste dia, em Roma, o festival do riso Hilária. As pessoas se alegravam, iam aos espetáculos e aos jogos esportivos. Esse festival originou-se nos antigos rituais da deusa Cibele, celebrando a ressurreição da Terra na primavera.
Celebração da deusa Ininni da Mesopotâmia. Uma antiga Deusa Mãe, Ininni brilhava com a luz do planeta Vênus e regia a água e a natureza na Terra. Apesar dessa energia venusiana, ela tinha também um aspecto marcial, como padroeira da guerra e dos répteis.
Dia consagrado à deusa hitita da sexualidade e do amor Inara, a esposa do deus do trovão Hooke.
Comemoração de Marzenna, antigo festival da primavera na Polônia, celebrando com cantos, danças e fogueiras, festejando o renascimento da natureza.
21 DE MARÇO
Festival grego da criação do Ovo Cósmico, gerado pela deusa Eurínome e fertilizado pelo deus em forma de serpente Ophion.
Celebração da deusa celta da primavera Eostre ou Ostara, com oferendas de ovos coloridos colocados em ninhos de palha. Foram essas antigas celebrações que originaram os costumes atuais de presentear com ovos de chocolate na Páscoa.
Comemoração eslava da deusa Marzana ou Marena, senhora do tempo, da natureza e da vida. Em seu aspecto de Kostroma, ela é a Donzela que morre no inverno e renasce na primavera. Neste dia, sua efígie feita em palha era carregada em procissão até o rio e entregue à água, levando junto com ela os males da comunidade. As pessoas se banhavam e se jogavam na água para morrerem e renascerem, alternando o choro e o riso.
Na mitologia irlandesa, afirma-se que a cidade sagrada de Tara foi fundada neste dia pelas princesas Thea e Tephi.
Celebração da deusa celta da primavera Eostre ou Ostara, com oferendas de ovos coloridos colocados em ninhos de palha. Foram essas antigas celebrações que originaram os costumes atuais de presentear com ovos de chocolate na Páscoa.
Comemoração eslava da deusa Marzana ou Marena, senhora do tempo, da natureza e da vida. Em seu aspecto de Kostroma, ela é a Donzela que morre no inverno e renasce na primavera. Neste dia, sua efígie feita em palha era carregada em procissão até o rio e entregue à água, levando junto com ela os males da comunidade. As pessoas se banhavam e se jogavam na água para morrerem e renascerem, alternando o choro e o riso.
Na mitologia irlandesa, afirma-se que a cidade sagrada de Tara foi fundada neste dia pelas princesas Thea e Tephi.
20 DE MARÇO
No hemisfério sul, Equinócio de Outono, assinalando a entrada do Sol no signo de Áries e o inicio de um novo Ano Zodiacal.
Os celtas celebravam, nesta data, o Equinócio da Primavera, denominado Sabbat Alban Eilir ou Ostara, simbolizando o renascimento da natureza e o desabrochar da vegetação.
Na antiga Grécia celebrava-se, neste dia, o retorno da deusa Perséfone do reino subterrâneo de Hades. Sua mãe, a deusa Ceres, feliz com seu retorno, celebrava-o enchendo a Terra com folhas e flores.
Dia de Iduna, a deusa escandinava que desempenhava a mesma função da Hebe grega, alimentando os deuses com comidas mágicas que os mantinham jovens e vigorosos. Os deuses nórdicos não eram imortais, eles dependiam das maçãs encantadas de Iduna para viverem eternamente.
Festival egípcio da primavera, celebrando a deusa Ísis.
Este dia é consagrado às deusas do Destino (Nornes, Parcas e Moiras), à deusa tríplice Morrigan (da mitologia celta), às Três Mães hindus (Lakshmi, Parvati e Sarasvati) e à deusa Fortuna.
Celebre o inicio do Ano Zodiacal começando um novo projeto, atitude, decisão ou compromisso. Revitalize suas energias, renove seu entusiasmo e desperte sua força de vontade e sua criatividade, invocando as bençãos das Deusas para a sua vida.
Os celtas celebravam, nesta data, o Equinócio da Primavera, denominado Sabbat Alban Eilir ou Ostara, simbolizando o renascimento da natureza e o desabrochar da vegetação.
Na antiga Grécia celebrava-se, neste dia, o retorno da deusa Perséfone do reino subterrâneo de Hades. Sua mãe, a deusa Ceres, feliz com seu retorno, celebrava-o enchendo a Terra com folhas e flores.
Dia de Iduna, a deusa escandinava que desempenhava a mesma função da Hebe grega, alimentando os deuses com comidas mágicas que os mantinham jovens e vigorosos. Os deuses nórdicos não eram imortais, eles dependiam das maçãs encantadas de Iduna para viverem eternamente.
Festival egípcio da primavera, celebrando a deusa Ísis.
Este dia é consagrado às deusas do Destino (Nornes, Parcas e Moiras), à deusa tríplice Morrigan (da mitologia celta), às Três Mães hindus (Lakshmi, Parvati e Sarasvati) e à deusa Fortuna.
Celebre o inicio do Ano Zodiacal começando um novo projeto, atitude, decisão ou compromisso. Revitalize suas energias, renove seu entusiasmo e desperte sua força de vontade e sua criatividade, invocando as bençãos das Deusas para a sua vida.
19 DE MARÇO
Inicio de "Panathenaea", o festival grego de cinco dias dedicado a Athena, a deusa da sabedoria, justiça e estratégia. Festejava-se Athena como a fonte da inspiração artística com competições artísticas, musicais e esportivas.
Quintaria, o equivalente romano da "Panathenaea", com celebrações para a deusa Minerva.
Na Índia, celebração de Sitala, a deusa das febres, invocada para curar as doenças contagiosas. Embora represente o poder destruidor da vida, Sitala também representa a capacidade de curar as doenças, sendo reverenciada em todas as aldeias e cidades e chamada de Mata (Mãe), tendo vários altares a ela dedicados.
Nesta data, invoque a energia da inteligência criativa representada por Pallas Athena / Minerva. Acenda uma vela amarela e faça alguns exercícios respiratórios, já que seu elemento é o ar, ligado ao plano mental. Relaxe e transporte-se, mentalmente, para seu templo interior procurando ler o livro de sua vida e descobrindo soluções e inovações para sua existência ou os meios para desenvolver e expressar sua habilidade mental ou manual.
Quintaria, o equivalente romano da "Panathenaea", com celebrações para a deusa Minerva.
Na Índia, celebração de Sitala, a deusa das febres, invocada para curar as doenças contagiosas. Embora represente o poder destruidor da vida, Sitala também representa a capacidade de curar as doenças, sendo reverenciada em todas as aldeias e cidades e chamada de Mata (Mãe), tendo vários altares a ela dedicados.
Nesta data, invoque a energia da inteligência criativa representada por Pallas Athena / Minerva. Acenda uma vela amarela e faça alguns exercícios respiratórios, já que seu elemento é o ar, ligado ao plano mental. Relaxe e transporte-se, mentalmente, para seu templo interior procurando ler o livro de sua vida e descobrindo soluções e inovações para sua existência ou os meios para desenvolver e expressar sua habilidade mental ou manual.
18 DE MARÇO
Celebração de Sheelah Na Gig, antiga deusa irlandesa da sexualidade que representava os princípios da vida e da morte. Era retratada por desenhos ou estatuetas grotescas de figuras femininas expondo seus órgãos genitais, simbolizando o portal da vida, enquanto seu corpo esquelético mostrava a decrepitude da velhice.
Para erradicar a força dessa energia intensa da sexualidade, a Igreja Católica usou essas figuras para representar "demônios", colocando-as como esculturas nas colunas ou paredes das igrejas. Até hoje ainda existem essas relíquias, mas seu significado simbólico perdeu-se devido à perseguição desenfreada ao poder da mulher, expresso por sua sexualidade, promovida durante séculos pela Igreja e pela própria sociedade patriarcal.
Ao se conectar à sexualidade alegre e explícita de Sheelah Na Gig, as mulheres resgatam seu poder e o direito de se expressarem, de forma livre e consciente.
Antigamente, na Finlândia, era homenageada, neste dia, Tuonetar, a Rainha da Morte, que vivia em uma ilha escura, Tuoneta, cercada de águas negras onde nadavam vários cisnes negros.
Para erradicar a força dessa energia intensa da sexualidade, a Igreja Católica usou essas figuras para representar "demônios", colocando-as como esculturas nas colunas ou paredes das igrejas. Até hoje ainda existem essas relíquias, mas seu significado simbólico perdeu-se devido à perseguição desenfreada ao poder da mulher, expresso por sua sexualidade, promovida durante séculos pela Igreja e pela própria sociedade patriarcal.
Ao se conectar à sexualidade alegre e explícita de Sheelah Na Gig, as mulheres resgatam seu poder e o direito de se expressarem, de forma livre e consciente.
Antigamente, na Finlândia, era homenageada, neste dia, Tuonetar, a Rainha da Morte, que vivia em uma ilha escura, Tuoneta, cercada de águas negras onde nadavam vários cisnes negros.
17 DE MARÇO
Festival de Astarte. Mencionada no velho testamento como Ashtoreth (vergonha), corruptela de seu verdadeiro nome, Athtarath (o ventre), esta deusa era uma versão canãanita de Ishtar, a deusa da sexualidade e regente do planeta Vênus.
Conecte-se a essa Deusa poderosa: olhe para Vênus (a estrela matutina ou vespertina), faça seus pedidos, medite e, em seguida, olhe para um espelho ou para a superfície de um lago até perceber alguma imagem ou receber alguma mensagem ou intuição.
Liberália, festival romano dedicado à Libera, a deusa da fertilidade e da vegetação, padroeira da viticultura juntamente com seu irmão Liber. Filha de Ceres, ela foi identificada com a deusa grega Perséfone.
Neste dia, para celebrar o renascimento da vegetação, as mulheres idosas das comunidades se colocavam a serviço da Deusa. Enfeitadas com coroas de hera, elas sentavam-se nas encruzilhadas e vendiam panquecas recheadas com mel aos transeuntes. Os romanos compravam as panquecas e as ofereciam à Deusa, comendo um pedaço para reforçar sua virilidade.
Conecte-se a essa Deusa poderosa: olhe para Vênus (a estrela matutina ou vespertina), faça seus pedidos, medite e, em seguida, olhe para um espelho ou para a superfície de um lago até perceber alguma imagem ou receber alguma mensagem ou intuição.
Liberália, festival romano dedicado à Libera, a deusa da fertilidade e da vegetação, padroeira da viticultura juntamente com seu irmão Liber. Filha de Ceres, ela foi identificada com a deusa grega Perséfone.
Neste dia, para celebrar o renascimento da vegetação, as mulheres idosas das comunidades se colocavam a serviço da Deusa. Enfeitadas com coroas de hera, elas sentavam-se nas encruzilhadas e vendiam panquecas recheadas com mel aos transeuntes. Os romanos compravam as panquecas e as ofereciam à Deusa, comendo um pedaço para reforçar sua virilidade.
16 DE MARÇO
Dia dedicado a Morgen ou Morgan Le Fay, a Sacerdotisa de Avalon, a ilha sagrada da mitologia celta. Morgan ficou conhecida mundialmente com o livro "As Brumas de Avalon" como Morgana, a meia-irmã do Rei Arthur. Originariamente, ela era uma deusa "escura", que regia as Ilhas dos Mortos e presidia a morte e o renascimento dos heróis mortos em combates.
Em várias línguas celtas, "mor" significava mar, sendo os espíritos das águas chamados Morgans. A mais famosa deusa do mar recebeu o título Le Fay - A Fada. Na mitologia galesa, Morgan era considerada a Rainha de Avalon, o mundo subterrâneo dos mortos, para onde ela levou Arthur após seu desaparecimento deste mundo. Em outras lendas, Morgan pode ser uma maga e curadora, que vivia com suas oito irmãs na ilha de Avalon ou ainda um aspecto da deusa da morte Morrigan.
Por ser a maçã o simbolo de Avalon ("Avallach" significava maçã), comemore comendo uma maçã cortada na horizontal, observando o pentagrama formado pelas sementes. Medite sobre seu caminho espiritual, pedindo à Deusa que afaste as brumas das incertezas e ilumine sua busca, permitindo sua transformação e renascimento.
Em várias línguas celtas, "mor" significava mar, sendo os espíritos das águas chamados Morgans. A mais famosa deusa do mar recebeu o título Le Fay - A Fada. Na mitologia galesa, Morgan era considerada a Rainha de Avalon, o mundo subterrâneo dos mortos, para onde ela levou Arthur após seu desaparecimento deste mundo. Em outras lendas, Morgan pode ser uma maga e curadora, que vivia com suas oito irmãs na ilha de Avalon ou ainda um aspecto da deusa da morte Morrigan.
Por ser a maçã o simbolo de Avalon ("Avallach" significava maçã), comemore comendo uma maçã cortada na horizontal, observando o pentagrama formado pelas sementes. Medite sobre seu caminho espiritual, pedindo à Deusa que afaste as brumas das incertezas e ilumine sua busca, permitindo sua transformação e renascimento.
15 DE MARÇO
Dia de Rhea, a Deusa Primal, a Grande Mãe Terra, criadora de todos os seres, deusa da vegetação e dos novos ciclos.
Originariamente, ela não tinha consorte, reinando como uma deusa tríplice com vários títulos designando suas funções: Britomartis, a Donzela; Dictyna, a Mãe e Corônis, a Anciã e senhora da morte. Com a chegada dos invasores helênicos, ela foi transformada na esposa do deus Cronos e mãe da maior parte das divindades do Olimpo. Cronos, o Pai Tempo, devorava seus filhos para garantir sua supremacia e chegou a castrar seu próprio pai Uranus. Nos mitos antigos, era a própria Deusa que consumia o tempo, trazendo a vida e a morte para a Terra.
Celebração da deusa Cibele, na Anatólia, festejando-se o renascimento da terra na primavera pela volta de Attis, amado de Cibele, do mundo dos mortos. O festival era seguido por nove dias de jejum, abstinências e orações, visando a renovação das pessoas.
Dia de oferendas para os Espíritos e as Ninfas das Águas nos países celtas.
Originariamente, ela não tinha consorte, reinando como uma deusa tríplice com vários títulos designando suas funções: Britomartis, a Donzela; Dictyna, a Mãe e Corônis, a Anciã e senhora da morte. Com a chegada dos invasores helênicos, ela foi transformada na esposa do deus Cronos e mãe da maior parte das divindades do Olimpo. Cronos, o Pai Tempo, devorava seus filhos para garantir sua supremacia e chegou a castrar seu próprio pai Uranus. Nos mitos antigos, era a própria Deusa que consumia o tempo, trazendo a vida e a morte para a Terra.
Celebração da deusa Cibele, na Anatólia, festejando-se o renascimento da terra na primavera pela volta de Attis, amado de Cibele, do mundo dos mortos. O festival era seguido por nove dias de jejum, abstinências e orações, visando a renovação das pessoas.
Dia de oferendas para os Espíritos e as Ninfas das Águas nos países celtas.
14 DE MARÇO
Diasia, uma celebração da Grande Deusa Serpente Ua Zit ou Uadjit, do Egito antigo.
Durante essa celebração, oficiavam-se rituais de exorcismo, purificação e expiação, oferecendo-se grãos de cevada para a Deusa e usando-se defumações para afastar as doenças.
Celebrações antigas para o Ano Novo em Gana com danças e rituais para afastar os maus espíritos e honrar os ancestrais.
Esta é uma data propicia para fazer um ritual pessoal para afastar a pobreza, a doença e os infortúnios.
Defume sua casa com incenso de mirra e benjoim; acenda uma vela verde untada com essência de hortelã e tome um banho de purificação com sal grosso, vinagre de maçã e a essência de seu signo. Visualize suas dificuldades financeiras e as soluções para resolvê-las. Invoque o poder transmutador da Grande Deusa Serpente para afastar os infortúnios, melhorar seus recursos e dar-lhe o equilíbrio e a sabedoria necessárias para saber usar bem o seu orçamento.
Durante essa celebração, oficiavam-se rituais de exorcismo, purificação e expiação, oferecendo-se grãos de cevada para a Deusa e usando-se defumações para afastar as doenças.
Celebrações antigas para o Ano Novo em Gana com danças e rituais para afastar os maus espíritos e honrar os ancestrais.
Esta é uma data propicia para fazer um ritual pessoal para afastar a pobreza, a doença e os infortúnios.
Defume sua casa com incenso de mirra e benjoim; acenda uma vela verde untada com essência de hortelã e tome um banho de purificação com sal grosso, vinagre de maçã e a essência de seu signo. Visualize suas dificuldades financeiras e as soluções para resolvê-las. Invoque o poder transmutador da Grande Deusa Serpente para afastar os infortúnios, melhorar seus recursos e dar-lhe o equilíbrio e a sabedoria necessárias para saber usar bem o seu orçamento.
sábado, 23 de março de 2013
13 DE MARÇO
Holi, antigo festival dedicado à deusa do fogo Holika, celebrado com fogueiras de purificação e rituais de fertilidade. Atualmente, as celebrações são mais joviais e divertidas.
Na véspera, fogueiras são acesas para livrar as pessoas e os ambientes dos espíritos maléficos. No dia da festa, as pessoas se salpicam com pós coloridos e as crianças esguicham jatos de água com guache. Reencena-se, assim, a lenda das brincadeiras de Krishna, despejando água colorida sobre sua amada Radha, no dia de Holi.
Em Luxemburgo, celebra-se o retorno do Sol, simbolizando o começo da primavera, com fogueiras, danças e muita festa.
Dia da Purificação em Bali, combatendo a ação de Yami, o deus da morte.
Comemoração da deusa chinesa do céu e da luz Ch'un Ti. Antiga deusa do dia e da alvorada, Ch'un Ti (ou Jun Ti) era representada com oito braços, um deles segurando o Sol e outro a Lua, às vezes com três cabeças. Na tradição do Budismo tântrico, ela aparece como uma deusa guerreira, com dezesseis ou dezoito braços, segurando várias armas (espada, lança, arco e flechas), um raio, um rosário, uma flor de lótus e um vaso com água.
Para se conectar à energia desta deusa, inscreva seu nome três vezes em uma vela branca e acenda-a, pedindo às deusas da Luz que iluminem sua mente e sua vida. Peça-lhes também que ajudem-na a encontrar as armas ou os meios para sair vencedora em suas batalhas.
Dia considerado muito favorável para rituais de Wicca e trabalhos mágicos de purificação e renovação.
Na véspera, fogueiras são acesas para livrar as pessoas e os ambientes dos espíritos maléficos. No dia da festa, as pessoas se salpicam com pós coloridos e as crianças esguicham jatos de água com guache. Reencena-se, assim, a lenda das brincadeiras de Krishna, despejando água colorida sobre sua amada Radha, no dia de Holi.
Em Luxemburgo, celebra-se o retorno do Sol, simbolizando o começo da primavera, com fogueiras, danças e muita festa.
Dia da Purificação em Bali, combatendo a ação de Yami, o deus da morte.
Comemoração da deusa chinesa do céu e da luz Ch'un Ti. Antiga deusa do dia e da alvorada, Ch'un Ti (ou Jun Ti) era representada com oito braços, um deles segurando o Sol e outro a Lua, às vezes com três cabeças. Na tradição do Budismo tântrico, ela aparece como uma deusa guerreira, com dezesseis ou dezoito braços, segurando várias armas (espada, lança, arco e flechas), um raio, um rosário, uma flor de lótus e um vaso com água.
Para se conectar à energia desta deusa, inscreva seu nome três vezes em uma vela branca e acenda-a, pedindo às deusas da Luz que iluminem sua mente e sua vida. Peça-lhes também que ajudem-na a encontrar as armas ou os meios para sair vencedora em suas batalhas.
Dia considerado muito favorável para rituais de Wicca e trabalhos mágicos de purificação e renovação.
12 DE MARÇO
Celebração de Belit Ilani, a "Estrela do Desejo" da Babilônia, amante de vários deuses e padroeira da procriação e da geração. É necessário fazer uma distinção entre outras deusas de nomes similares, como Belili, a deusa suméria da lua, da água e da sexualidade, equivalente à Ishtar e chamada de Beltis na Fenícia; Belit, a Deusa Mãe assíria, consorte dos deuses Bel, Enlil, Marduk ou Ashur; Beltis, a deusa do amor e da sexualidade da Fenícia, Caldéia e Babilônia, homenageada com rituais orgiásticos e equiparada à Astarte e Ishtar e Belit Seri, a senhora do mundo subterrâneo da Mesopotâmia e da Babilônia.
Belit Ilani ou Belit Ile, certas vezes era representada como uma mulher, segurando com seu braço esquerdo uma criança mamando enquanto que, com sua mão direita, a abençoava. Algumas fontes a consideram um dos atributos da deusa Astarte ou Ninlil.
Comemoração do martírio de Hypatia, "A Divina Pagã". Famosa filósofa e matemática, Hypatia foi assassinada na Alexandria, em torno de 400 d.C, por fanáticos cristãos enfurecidos com sua sabedoria, considerada exagerada para uma mulher e desafiadora para a sociedade.
Belit Ilani ou Belit Ile, certas vezes era representada como uma mulher, segurando com seu braço esquerdo uma criança mamando enquanto que, com sua mão direita, a abençoava. Algumas fontes a consideram um dos atributos da deusa Astarte ou Ninlil.
Comemoração do martírio de Hypatia, "A Divina Pagã". Famosa filósofa e matemática, Hypatia foi assassinada na Alexandria, em torno de 400 d.C, por fanáticos cristãos enfurecidos com sua sabedoria, considerada exagerada para uma mulher e desafiadora para a sociedade.
11 DE MARÇO
Celebração da deusa grega Hypatia, uma das Musas que regia a arte, a ciência e a criatividade. Era venerada no templo de Delphi juntamente com suas irmãs Mese e Nete, cujos nomes significavam "uma das três cordas da lira".
De acordo com o local de seus cultos, o numero das Musas variava: eram três em Delphi e no Monte Hélicon, sete em Parnaso e nove em Atenas, embora elas conferissem sempre seus talentos e habilidades aos homens.
Dia de Hércules, o herói e semideus romano, o simbolo da coragem e da força física.
Um mito antigo relata uma luta entre Hércules e Hipolyta, a linda rainha das Amazonas. Filha do deus Ares, ela usava o cinto de ouro, sinal de sua soberania e poder. Os guerreiros gregos cobiçavam esse tesouro e foram em busca dele, liderados por Hércules, que foi desafiado por Hipolyta para uma luta. O desfecho dessa batalha é relatado de forma confusa e contraditória, dependendo da fonte. A versão patriarcal descreve a vitória de Hércules com a prisão ou a morte de Hipolyta.
Aproveite essa data para avaliar de que maneiras você pode aumentar sua força, usando sua coragem para mudar a si própria e à sua vida. Invoque, depois, as Musas, pedindo-lhes que ajudem-na a desenvolver suas habilidades inatas e seu potencial criativo ainda não manifestado. Invoque também Hipolyta para que ela a oriente na maneira de lutar e vencer, sem medo das oposições ou humilhações.
De acordo com o local de seus cultos, o numero das Musas variava: eram três em Delphi e no Monte Hélicon, sete em Parnaso e nove em Atenas, embora elas conferissem sempre seus talentos e habilidades aos homens.
Dia de Hércules, o herói e semideus romano, o simbolo da coragem e da força física.
Um mito antigo relata uma luta entre Hércules e Hipolyta, a linda rainha das Amazonas. Filha do deus Ares, ela usava o cinto de ouro, sinal de sua soberania e poder. Os guerreiros gregos cobiçavam esse tesouro e foram em busca dele, liderados por Hércules, que foi desafiado por Hipolyta para uma luta. O desfecho dessa batalha é relatado de forma confusa e contraditória, dependendo da fonte. A versão patriarcal descreve a vitória de Hércules com a prisão ou a morte de Hipolyta.
Aproveite essa data para avaliar de que maneiras você pode aumentar sua força, usando sua coragem para mudar a si própria e à sua vida. Invoque, depois, as Musas, pedindo-lhes que ajudem-na a desenvolver suas habilidades inatas e seu potencial criativo ainda não manifestado. Invoque também Hipolyta para que ela a oriente na maneira de lutar e vencer, sem medo das oposições ou humilhações.
sexta-feira, 22 de março de 2013
10 DE MARÇO
Celebração de Al-Lat, Elath ou Alilat, a deusa árabe representando a criação e a Terra.
Antigamente, Al-Lat era reverenciada em Meca sob a forma de um grande bloco de granito. Mulheres nuas dançavam ao redor da pedra invocando a "Senhora" e pedindo-lhe proteção e abundância. Os juramentos eram feitos em seu nome pois, como a Terra, ela era eterna e indestrutível. Recitava-se esta afirmação: "Eu juro pelo sal, pelo fogo e por Al-Lat, que é a maior de todos".
Al-Lat é uma deusa muito antiga, fazendo parte de uma tríade de deusas do deserto que incluem Al Uzza e Menat. Al-Lat representava a terra, a frutificação e a procriação humana e animal. Al Uzza era a deusa virgem da estrela matutina e Menat era a força do destino, a anciã senhora do tempo e da morte. O culto a Al-Lat foi abolido por Maomé, que transformou a deusa no deus Allah.
Festa de Anna Perenna, a deusa romana com duas cabeças, regente do tempo e da reprodução vegetal, animal e humana. Suas celebrações incluíam danças, libações e rituais de fertilidade para atrair a abundância da terra.
Antigamente, Al-Lat era reverenciada em Meca sob a forma de um grande bloco de granito. Mulheres nuas dançavam ao redor da pedra invocando a "Senhora" e pedindo-lhe proteção e abundância. Os juramentos eram feitos em seu nome pois, como a Terra, ela era eterna e indestrutível. Recitava-se esta afirmação: "Eu juro pelo sal, pelo fogo e por Al-Lat, que é a maior de todos".
Al-Lat é uma deusa muito antiga, fazendo parte de uma tríade de deusas do deserto que incluem Al Uzza e Menat. Al-Lat representava a terra, a frutificação e a procriação humana e animal. Al Uzza era a deusa virgem da estrela matutina e Menat era a força do destino, a anciã senhora do tempo e da morte. O culto a Al-Lat foi abolido por Maomé, que transformou a deusa no deus Allah.
Festa de Anna Perenna, a deusa romana com duas cabeças, regente do tempo e da reprodução vegetal, animal e humana. Suas celebrações incluíam danças, libações e rituais de fertilidade para atrair a abundância da terra.
9 DE MARÇO
Celebração de Ala ou Ane, a Mãe Terra das tribos Ibo na Nigéria, criadora da vida e senhora da morte. Ala cuidava e protegia seu povo, providenciando tudo o que favorecia e sustentava a vida. Ela deu as leis, ensinou os preceitos da moralidade, forneceu os meios para curar as doenças e estava presente no momento em que a alma fazia sua passagem. Nos templos e nas casas nigerianas encontram-se, até hoje, esculturas em madeira representando Ala cercada de crianças ou segurando inhames e uma faca nas mãos, símbolos da vida e da morte. Nas aldeias Ibo, há sempre uma árvore sagrada em que são colocadas as oferendas para Ala, fazendo-se os sacrifícios ritualísticos no início e no fim dos plantios.
Festa de Hsi Wang Mu, a Deusa Mãe do céu do oeste na antiga China, representando o princípio feminino Yin enquanto seu marido, Tung Wang Kung, representava o princípio masculino Yang. Essa deusa vivia em um palácio dourado nas montanhas Kun Lun, onde dava uma grande festa a cada três mil anos e distribuía aos outros deuses os pêssegos da imortalidade. As mulheres veneravam-na, agradecendo-lhe a dádiva da menstruação.
Celebração do casal divino grego, Afrodite e Adônis.
Festa de Hsi Wang Mu, a Deusa Mãe do céu do oeste na antiga China, representando o princípio feminino Yin enquanto seu marido, Tung Wang Kung, representava o princípio masculino Yang. Essa deusa vivia em um palácio dourado nas montanhas Kun Lun, onde dava uma grande festa a cada três mil anos e distribuía aos outros deuses os pêssegos da imortalidade. As mulheres veneravam-na, agradecendo-lhe a dádiva da menstruação.
Celebração do casal divino grego, Afrodite e Adônis.
8 DE MARÇO
Parabéns Mulheres, filhas da Grande Mãe, responsáveis
pela volta das Deusas à Terra e pela manutenção da
chama do amor e da fé no coração da
humanidade.
Dia Internacional da Mulher, data escolhida em lembrança a uma série de manifestações em protesto a um incêndio ocorrido em 1857, em Nova Iorque, em uma fábrica onde as operárias trabalhavam em condições desumanas.
Dia propício para lembrar as vítimas da opressão e da violência, passada e presente e celebrar o fortalecimento crescente das mulheres.
Dia da Mãe Terra na China, a antiga deusa ancestral Di Mu ou Di Ya, celebrando-se as dádivas da Terra com paradas nas ruas, fogos de artifícios, danças e músicas. As pessoas ofertavam "presentes de aniversário" para a Mãe Terra, colocando moedas, flores, incenso e bonecas de papel em buracos abertos e depois cobertos com terra, agradecendo-se por tudo aquilo que ela lhes dava.
7 DE MARÇO
Anthesteria, inicio da festa grega das flores e do vinho dedicada à deusa Flora e ao deus Dioniso. No primeiro dia, degustava-se o vinho da safra nova. No segundo, levavam-se guirlandas de flores aos templos. No terceiro, festejava-se o casamento sagrado entre o Deus e a Deusa, representados pelo Rei e pela Sacerdotisa, reverenciando-se ao final os ancestrais.
Em Roma, comemorava-se Junonália, procissão em homenagem à deusa Juno, a padroeira das mulheres e dos casamentos, Vinte e sete moças vestidas com túnicas brancas carregavam a estátua da deusa, feita em madeira de cipreste. Elas cantavam hinos e eram seguidas pela multidão, que levava oferendas de frutas e flores ao templo de Juno.
Antiga celebração do Dia das Mães na Inglaterra, quando presenteavam-se as Mães com pão fresco e sidra, reminiscencias das antigas celebrações das deusas da terra.
Faça um bonito arranjo de flores e frutas, incluindo alguns lírios brancos ou amarelos. Coloque ao lado algumas penas de pavão, alguns búzios e um prato branco com figos cobertos de mel. Invoque a deusa Juno para que ela abençoe e proteja sua família e seu relacionamento.
Em Roma, comemorava-se Junonália, procissão em homenagem à deusa Juno, a padroeira das mulheres e dos casamentos, Vinte e sete moças vestidas com túnicas brancas carregavam a estátua da deusa, feita em madeira de cipreste. Elas cantavam hinos e eram seguidas pela multidão, que levava oferendas de frutas e flores ao templo de Juno.
Antiga celebração do Dia das Mães na Inglaterra, quando presenteavam-se as Mães com pão fresco e sidra, reminiscencias das antigas celebrações das deusas da terra.
Faça um bonito arranjo de flores e frutas, incluindo alguns lírios brancos ou amarelos. Coloque ao lado algumas penas de pavão, alguns búzios e um prato branco com figos cobertos de mel. Invoque a deusa Juno para que ela abençoe e proteja sua família e seu relacionamento.
6 DE MARÇO
Dia de Marte, o deus romano da guerra. Neste dia, celebravam-se também os deuses protetores dos lares.
Na Grécia pré-patriarcal, a precursora de Marte foi a deusa da guerra Enyo, "A Destruidora", transformada depois em sua filha e sua auxiliar nas operações de guerra.
Véspera de Junonália, em Roma, a celebração das mulheres e moças. Este dia era considerado nefasto devido à influência belicosa de Marte e, para amenizar os influxos deste dia, exaltava-se a paz e faziam-se preces e oferendas para as deusas Vênus e Juno.
Reverenciava-se, também neste dia, Eris, filha de Hera e Zeus, irmã de Ares, padroeira da guerra e da discórdia e chamada pelos romanos de Discórdia. Suas filhas, as Androktiasi, simbolizavam o sofrimento, a disputa, a fome, a chacina, a luta, a infração das leis e a matança. Os gregos lhes faziam oferendas para que se mantivessem afastadas de suas vidas.
Tenha cuidado neste dia! Evite qualquer empreendimento arriscado ou precipitado e fique atenta às energias belicosas, suas e dos outros. Mantenha-se afastada das interferencias e influencias marcianas. Procure relaxar e meditar, buscando os meios para manter seu equilíbrio.
Na Grécia pré-patriarcal, a precursora de Marte foi a deusa da guerra Enyo, "A Destruidora", transformada depois em sua filha e sua auxiliar nas operações de guerra.
Véspera de Junonália, em Roma, a celebração das mulheres e moças. Este dia era considerado nefasto devido à influência belicosa de Marte e, para amenizar os influxos deste dia, exaltava-se a paz e faziam-se preces e oferendas para as deusas Vênus e Juno.
Reverenciava-se, também neste dia, Eris, filha de Hera e Zeus, irmã de Ares, padroeira da guerra e da discórdia e chamada pelos romanos de Discórdia. Suas filhas, as Androktiasi, simbolizavam o sofrimento, a disputa, a fome, a chacina, a luta, a infração das leis e a matança. Os gregos lhes faziam oferendas para que se mantivessem afastadas de suas vidas.
Tenha cuidado neste dia! Evite qualquer empreendimento arriscado ou precipitado e fique atenta às energias belicosas, suas e dos outros. Mantenha-se afastada das interferencias e influencias marcianas. Procure relaxar e meditar, buscando os meios para manter seu equilíbrio.
5 DE MARÇO
Celebração de Ísis, a deusa egípcia dos mil nomes, senhora da Lua e mãe do Sol, rainha da Terra e das estrelas, doadora da vida e protetora dos mortos. Filha primogênita da deusa do céu Nuit, irmã e esposa de Osíris, seu dia era comemorado com muita alegria, música e danças.
Em Roma, neste dia, celebrava-se Navigium Isidi, o dia em que a deusa Ísis abria o mar para a navegação, oferecendo sua benção aos navegantes.
Visualize Ísis como uma linda mulher com longos cabelos negros, pele morena, os olhos brilhando como duas contas de ônix, usando um vestido ricamente bordado com esmeraldas e rubis, adornada com uma tiara e várias pulseiras de ouro, estendendo suas asas iridescentes sobre você. Sinta-se aceita e amada, abrindo-lhe seu coração em uma prece profunda e sincera, pedindo-lhe que a abençoe e proteja sempre.
Na Austrália reverencia-se Julunggul, a deusa da fertilidade, representada como a serpente do arco-iris e relacionada à água doce ou salgada. Da mesma forma que Oxumaré na Africa, Julunggul pode se manifestar ora como mulher, ora como homem, ora andrógina.
Celebração, no Haiti, da deusa Aida Wedo, a deusa serpente do arco-iris. Ela desliza sobre a terra prometendo riquezas, manifestando-se na lenda do tesouro enterrado ao pé do arco-iris.
Em Roma, neste dia, celebrava-se Navigium Isidi, o dia em que a deusa Ísis abria o mar para a navegação, oferecendo sua benção aos navegantes.
Visualize Ísis como uma linda mulher com longos cabelos negros, pele morena, os olhos brilhando como duas contas de ônix, usando um vestido ricamente bordado com esmeraldas e rubis, adornada com uma tiara e várias pulseiras de ouro, estendendo suas asas iridescentes sobre você. Sinta-se aceita e amada, abrindo-lhe seu coração em uma prece profunda e sincera, pedindo-lhe que a abençoe e proteja sempre.
Na Austrália reverencia-se Julunggul, a deusa da fertilidade, representada como a serpente do arco-iris e relacionada à água doce ou salgada. Da mesma forma que Oxumaré na Africa, Julunggul pode se manifestar ora como mulher, ora como homem, ora andrógina.
Celebração, no Haiti, da deusa Aida Wedo, a deusa serpente do arco-iris. Ela desliza sobre a terra prometendo riquezas, manifestando-se na lenda do tesouro enterrado ao pé do arco-iris.
4 DE MARÇO
Dia de Rhiannon, celebrada na Irlanda e no Pais de Gales. Originariamente chamada de Rigatona, "A Grande Rainha", esta bonita deusa galesa regia tanto a alegria e o amor quanto a noite e a morte. Andava em um cavalo branco veloz, vestida com um manto de penas de cisne e acompanhada por pássaros mágicos, cujo canto acordava os mortos e adormecia os vivos. Rhiannon viajava pela Terra levando aos homens os bons sonhos e os pesadelos.
Antiga comemoração de Mora, a deusa eslava do destino. Como doadora da vida, ela era uma mulher alta e com pele branca; como a mensageira da morte, tinha a pele negra, olhos de serpente e patas de cavalo. O mesmo nome - Mora - pertencia a um Espirito Ancestral da antiga Alemanha, que atormentava as pessoas com pesadelos e se apresentava como uma égua negra ou como um morcego enorme.
Na Grécia dedicavam-se, neste dia, oferendas a Perséfone e Hecate, reverenciando seu poder protetor na passagem das almas para o mundo subterrâneo.
Antiga comemoração de Mora, a deusa eslava do destino. Como doadora da vida, ela era uma mulher alta e com pele branca; como a mensageira da morte, tinha a pele negra, olhos de serpente e patas de cavalo. O mesmo nome - Mora - pertencia a um Espirito Ancestral da antiga Alemanha, que atormentava as pessoas com pesadelos e se apresentava como uma égua negra ou como um morcego enorme.
Na Grécia dedicavam-se, neste dia, oferendas a Perséfone e Hecate, reverenciando seu poder protetor na passagem das almas para o mundo subterrâneo.
sábado, 9 de março de 2013
3 DE MARÇO
Hina Matsouri, o festival japonês das bonecas, celebração das três Deusas-Meninas Munakata, No-Kama e Hina Matsuri, filhas de Amaterasu, a Deusa do Sol. Neste dia, são feitos arranjos com bonecas em local de destaque da casa, sendo cercados de flores de cerejeira e comidas tradicionais (bolos de arroz "mochi"). As meninas recebem kimonos novos, bonecas vestidas em trajes tradicionais e doces.
Todas as meninas japonesas têm bonecas especiais, guardadas apenas para os arranjos deste dia, sem poder brincar com elas durante o resto do ano. As bonecas representam as ancestrais e também os valores tradicionais de dignidade, lealdade e tranquilidade, servindo como modelos a serem seguidos.
Nos templos de Osaka, as pessoas passam por rituais de purificação e oferecem bonecas às Deusas, orando pela saúde de suas filhas. Outras bonecas são "imantadas" com as doenças ou mazelas das pessoas, colocadas em barcos, sendo levadas em procissão até o mar e entregues às águas. Acredita-se que, à medida que os barcos afundam, as pessoas ficarão livres de seus males, transferidos para as bonecas.
Celebração das Deusas Tríplices de várias tradições.
Festeje sua criança interior, dando-se um presente condizente, como uma boneca ou um bicho de pelúcia, revendo seu álbum de fotografias e identificando suas antigas carências e as "compensações" atuais. Extravase, chorando ou rindo muito. Brinque um pouco e permita-se ser mais solta, menos rígida ou crítica em relação a si mesma. Seja gentil com sua criança interior. Prometa-lhe ouvi-la com mais atenção e amá-la sem restrições. Comemore esse reencontro deleitando-se com um sorvete ou bolo de chocolate.
Todas as meninas japonesas têm bonecas especiais, guardadas apenas para os arranjos deste dia, sem poder brincar com elas durante o resto do ano. As bonecas representam as ancestrais e também os valores tradicionais de dignidade, lealdade e tranquilidade, servindo como modelos a serem seguidos.
Nos templos de Osaka, as pessoas passam por rituais de purificação e oferecem bonecas às Deusas, orando pela saúde de suas filhas. Outras bonecas são "imantadas" com as doenças ou mazelas das pessoas, colocadas em barcos, sendo levadas em procissão até o mar e entregues às águas. Acredita-se que, à medida que os barcos afundam, as pessoas ficarão livres de seus males, transferidos para as bonecas.
Celebração das Deusas Tríplices de várias tradições.
Festeje sua criança interior, dando-se um presente condizente, como uma boneca ou um bicho de pelúcia, revendo seu álbum de fotografias e identificando suas antigas carências e as "compensações" atuais. Extravase, chorando ou rindo muito. Brinque um pouco e permita-se ser mais solta, menos rígida ou crítica em relação a si mesma. Seja gentil com sua criança interior. Prometa-lhe ouvi-la com mais atenção e amá-la sem restrições. Comemore esse reencontro deleitando-se com um sorvete ou bolo de chocolate.
2 DE MARÇO
Antiga comemoração de Maddar-akka, "A Velha", a deusa finlandesa da terra, da natureza, da cura e da magia. Mãe das deusas Juks-akka, Sar-akka e Uks-akka, ela era a padroeira dos partos e guardiã das almas das crianças até que elas estivessem prontas para nascer. Neste momento, ela transferia essa tarefa para Sar-akka (se a criança fosse do sexo feminino) ou para Juks-akka (se fosse do sexo masculino). A deusa Uks-akka podia mudar o sexo da criança antes dela nascer, de acordo com sua vontade.
Celebrava-se também Paivatar, a deusa virgem solar finlandesa que, segundo os mitos, fiava a luz do dia com os fios dourados do Sol. Vestida com uma túnica dourada, seu fuso era de ouro, assim como a carruagem na qual atravessava o céu.
Celebração na Bulgária da Vovó Março, uma das representações da deusa Anciã. Acreditava-se que, se as mulheres trabalhassem neste dia, a Vovó Março enfurecia-se e destruía as colheitas. Por isso, as mulheres passavam o dia orando e pedindo à Deusa a benção para que as colheitas fossem fartas.
Dia dedicado à deusa celta Ceadda, a guardiã das fontes sagradas e das águas medicinais e de Ceibhfhionn, a deusa irlandesa senhora da inspiração e da criatividade, guardiã da fonte do conhecimento que vigiava os homens para que não bebessem desta fonte sem sua permissão.
Celebrava-se também Paivatar, a deusa virgem solar finlandesa que, segundo os mitos, fiava a luz do dia com os fios dourados do Sol. Vestida com uma túnica dourada, seu fuso era de ouro, assim como a carruagem na qual atravessava o céu.
Celebração na Bulgária da Vovó Março, uma das representações da deusa Anciã. Acreditava-se que, se as mulheres trabalhassem neste dia, a Vovó Março enfurecia-se e destruía as colheitas. Por isso, as mulheres passavam o dia orando e pedindo à Deusa a benção para que as colheitas fossem fartas.
Dia dedicado à deusa celta Ceadda, a guardiã das fontes sagradas e das águas medicinais e de Ceibhfhionn, a deusa irlandesa senhora da inspiração e da criatividade, guardiã da fonte do conhecimento que vigiava os homens para que não bebessem desta fonte sem sua permissão.
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